Capa A Chave de Davi

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quarta-feira, 29 de abril de 2015

Nova Jerusalém #somostodosirmaos



Todos nós temos um dever espiritual. Muitos esperam o retorno dos profetas (retorno de Jesus) ou a vinda do seu messias ainda (Judeus ortodoxos). Mas como é dito na Torá (Primeiro Testamento do Deus Universal de Abraão) no Novo Testamento (Segundo Testamento do Deus Universal de Abraão) assim como no Corão (Terceiro Testamento do Deus Universal de Abraão) em diversas passagens, que não devemos esperar para fazermos o bem. Qualquer pessoa pode auxiliar os planos divinos na medida de suas possibilidades (física, mental, espiritual, financeira, emocional, etc...)

O dever de materializar a Nova Jerusalém é um dever de todo judeu, cristão ou islâmico amante do bem e da paz. Não devemos esperar para nos reconciliar e nos perdoar reciprocamente.

Judeus, Cristãos e Islâmicos acreditam no mesmo Deus de Abraão. A única diferença é que os profetas que trouxeram a luz (entendimento) divino, foram Moisés, Jesus e Maomé.


A reconciliação dos judeus, cristãos e islâmicos é um plano divino, profetizado no Novo Testamento no livro do apocalipse:

21:3 E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus.



Este trecho de uma das escrituras sagradas, vem a confirmar que judeus, cristãos e islâmicos profetizam a existência do mesmo Deus.

O inimigo nos tempos do juízo final que é Satanás (Lúcifer, serpente, dragão, etc...) teria pouco tempo e seria logo descoberto pela humanidade.

A grande descoberta da nossa era seria a de que a guerra santa entre judeus, cristãos e islâmicos, não passaria na verdade de uma mentira elaborada pelas trevas para manter os irmãos desunidos, os irmãos que acreditam no mesmo Deus de Abraão.

Em Jerusalém começa a ter movimentos organizados para a reconstrução do terceiro templo judaico.

Alguns radicais acreditam que seria necessária a destruição da mesquita dos muçulmanos do local.

Na verdade isto não pode acontecer, já que segundo uma interpretação sistemática do apocalipse, a reconciliação em torno do monte do templo, seria justamente uma prova a ser cumprida pela humanidade.

Deus deseja que judeus, cristãos e islâmicos tenham templos no monte do templo, pois isto seria uma prova final da reconciliação que é um projeto divino e seria uma glória em memória de Abraão no mesmo monte onde iria sacrificar seu filho, que é o monte do templo.

Para as forças das trevas, a guerra constante entre os irmãos, o desejo e impulso de destruição, serve apenas para alimentar o ego das forças do mal, que sempre foram e sempre serão contra os planos divinos de paz e harmonia.

Desta forma diga não ao extremismo religioso, não por ser algo "politicamente correto", nem nada disso.

Abrace a causa da paz, pois saiba que essa causa é um plano sagrado de Deus, o único e verdadeiro Deus de Abraão. 

Diga não ao extremismo e a violência religiosa. Se o seu líder religioso diz que judeus, cristãos e islâmicos nunca serão considerados irmãos, e que a paz é impossível, diga não para ele, e diga que a paz é um plano divino e que para Deus nada é impossível, desde que o coração dos homens esteja imbuído com o mesmo amor de procedência divina e vibre na mesma frequência.



Diga sim a paz, e abrace a bandeira da paz da Nova Jerusalém, pois #somostodosirmãos.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Shimon Peres propõe ao papa presidir "ONU das religiões"

  • 04/09/2014 10h20
  • Vaticano
Da Agência Lusa
O ex-presidente israelense Shimon Peres propôs hoje (4) ao papa Francisco que presida uma "Organização das Religiões Unidas, a ONU das religiões". A proposta foi feita durante encontro na Casa de Santa Marta, onde reside o papa, segundo entrevista de Peres à revista Famiglia Cristiana antes do encontro.
“O Santo Padre é um líder respeitado por pessoas de várias religiões. Creio que é o único líder verdadeiramente respeitado. Por isso, tive essa ideia que propus a Francisco”, explicou Peres.
Para o ex-presidente de Israel, a Organização das Nações Unidas teve o seu tempo e agora o que convém é uma ONU das religiões, uma Organização das Religiões Unidas.
“Seria a melhor maneira para acabar com esses terroristas que matam em nome da fé, porque a maioria das pessoas pratica as suas religiões sem matar ninguém e sem sequer pensar”, adiantou.
Peres, de 91 anos, considerou que a ONU é “um organismo político, mas não tem a convicção que as religiões geram”, por isso qualquer declaração do seu secretário-geral “não tem a força, nem a eficácia de qualquer homilia do papa, que reúne meio milhão de pessoas na Praça de São Pedro”.
A situação no Oriente Médio, na sequência do cessar-fogo acordado entre Israel e o movimento islâmico palestino Hamas, também foi abordada na reunião.


Na ONU, líderes religiosos e políticos discutem estratégias para conter aumento do extremismo

 AUMENTAR LETRA DIMINUIR LETRA

Encontro em Nova York reúne líderes representando o islamismo, o judaísmo e o cristianismo, além de ministros, clérigos, acadêmicos e líderes espirituais para discutir estratégias práticas para promover sociedades pacíficas.
Foto: ONU/Eskinder Debebe
Foto: ONU/Eskinder Debebe
Durante a abertura do encontro de líderes religiosos e representantes dos Estados-membros, nesta terça-feira (21), o presidente da Assembleia Geral da ONU, Sam Kutesa, convocou a comunidade internacional para se unir contra a intolerância em um momento crítico em que o mundo está observando a retomada do radicalismo.
“Devemos condenar todas as manifestações de intolerância, incluindo o antissemitismo, a islamofobia e o racismo”, disse Kutesa.
O encontro reúne líderes representando o islamismo, o judaísmo e o cristianismo, além de ministros, clérigos, acadêmicos e líderes espirituais para discutir estratégias práticas para promover sociedades pacíficas, inclusivas e para combater a ameaça de radicalização e do extremismo violento. Em consonância com essa agenda, Kutesa disse que, devido ao mundo globalizado atual, cabe aos líderes mundiais – políticos, religiosos ou espirituais – trabalhar juntos para enfrentar esse sérios desafios.
“Devemos promover o diálogo, a compreensão mútua e fortalecer os princípios da liberdade”, disse Kutesa, ressaltando o papel das mulheres, da juventude e da mídia na promoção da tolerância. “Nas salas de aula de todo o mundo, devemos enfatizar valores que estão enraizados nos princípios da dignidade e do respeito. E dentro de nossas famílias, não só temos a oportunidade, mas na verdade a obrigação de ensinar nossos filhos a tratar uns aos outros com bondade e respeito”, acrescentou.
A reunião termina nesta quarta-feira (22) na sede da ONU em Nova York e será centrada nodiálogo inter-religioso, incluindo uma discussão interativa sobre o papel dos líderes religiosos na promoção da tolerância para a diversidade, a liberdade de expressão e os direitos humanos.