Capa A Chave de Davi

Capa A Chave de Davi

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Todos nós temos um lado do mal?

Muitos acreditam que são perfeitos que não possuem um lado maléfico.

Na verdade o que as escrituras nos dizem?

Na Torá (primeiro testamento do Deus de Abraão para os judeus e para o mundo/antigo testamento para alguns cristãos), está dito que Deus dotou o homem de um instinto maligno ou de um instinto de preservação capaz de fazer o mal, mas que também deu ao homem e mulher a inteligência necessária para nós controlarmos esse mal, ou seja, de "enjaularmos" nosso lado animal.

Portanto todos nós temos nosso lado "animal", inclusive os maiores profetas também tinham esse lado, a única diferença é que controlavam esses instintos com disciplina.

A outra resposta é após o Juízo Final, na Nova Terra prometida por Deus, as pessoas serão perfeitas?

Acreditamos que a resposta é não, os homens e mulheres continuarão tendo seu lado maligno ou instintivo a única diferença é que as pessoas, instituições, países, empresas, religiões irão "aprisionar o dragão ou a serpente".

O que quer dizer essa passagem da escritura cristão do Apocalipse? (segundo testamento do Deus de Abraão para os cristão e para o mundo/novo testamento para os cristãos).

Significa que no mundo futuro planejado por Deus, mas que dependerá da humanidade passar pelas provas do Juízo Final, ou seja, período de atribulações no mundo para a implementação do Reino de Deus na Terra. Na verdade estaríamos já nesse período que é calculado neste livro a Chave de Davi o Deus de Abraão.

As primeiras duas guerras mundiais foram a passagem dos dois primeiros cavaleiros sobre a Terra. O segundo cavaleiro vermelho (Hitler e o nazismo) na verdade tentaram implementar um governo mundial, mas não aos moldes de Deus, mas sob o nazismo uma doutrina das Trevas.

Os outros dois cavaleiros que ainda estão por vir (terceira e quarta guerras mundiais) também serão no contexto da tentativa e da guerra entre o bem e o mal de se implementar o reino de Deus na Terra.

O que significa então "aprisionar o Dragão" que está nas escrituras sagradas?

Significa que no futuro caso a humanidade penda para o lado do bem, as pessoas e demais organismos (países, religiões, etc...) irão aprisionar o dragão ou a serpente, ou seja, irão desmontar tudo que é capaz de produzir o mal.

Do ponto de vista pessoal o que significa "aprisionar o Dragão ou a Serpente"? (trecho abaixo)

20:2 Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos.


Dragão/Serpente/Satanás amarrado por "mil anos" (Longo período que não necessariamente será de 1.000 anos, é uma expressão "por muito tempo").

20:3 E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele, para que não mais engane as nações, até que os mil anos se acabem. E depois importa que seja solto por um pouco de tempo.

Significa que a pessoa reconhece que tem seu lado maligno ou instintivo mas controla os efeitos desse mal neutralizando-os.

Isso significa por exemplo uma pessoa que ao invés de cometer um crime como assassinato, mas reconhece seu lado do mal, porta uma arma, mas ao invés de matar, pratica um esporte de tiro em um estande de tiro, ou um jogo de tiro no computador.

Ou seja, a pessoa reverte o seu lado "maligno, instintivo, etc..." para uma atividade que é neutra como esportes por exemplo.

No sexo é a mesma coisa, se uma pessoa casa e faz um acordo de fidelidade com a outra, ela deve se controlar sexualmente para não causar o mal, ou seja uma traição. No caso poderia ser uma masturbação para o controle na sexualidade.

Com isso a humanidade criaria formas de controle de sua animalidade, dessa forma a Terra do futuro não será feita por seres angelicais, pelo contrário serão homens e mulheres comuns, mas que já tiveram a evolução de controlar seus instintos capazes de gerar o mal, para que vivam em sociedade.

A metáfora do aprisionamento do dragão no apocalipse, significa que tanto nós quanto pessoas devemos procurar formas de neutralizar nosso lado maligno em coisas neutras como esportes, atividades físicas, etc... para nos desviarmos do mal.

Do ponto de vista global, aprisionar "Satanás" ou acorrentar o mal, significa desmantelar instituições que possa estar gerando o mal. Trabalhar por exemplo para a construção de um Governo Único Mundial capaz de manter a paz entre os países pacificando toda a Terra.

Criar instituições capazes de aprimorar o diálogo religioso por exemplo a nível mundial.

Isso que significa a metáfora do apocalipse de que a humanidade precisa aprisionar o mal. Cada pessoa individualmente deve criar mecanismos de controle do mal, assim como auxiliar no coletivo e em toda a humanidade que as instituições se fortaleçam e a capacidade do ser humano de gerar o mal para os outros sejam drasticamente reduzidas.



Que Deus nos abençoe e nos ajude a implementar seu Reino de Paz Mundial.

Por que não devemos ser radicais (extremistas) em assuntos religiosos

Na atualidade está muito difundido a ideia de que só os "radicais" são os verdadeiros "seguidores" de algo.

Seriam aqueles que seguem a risca uma religião ou qualquer outra área.

Os radicais tendem a achar que são os legítimos seguidores de um profeta, de uma religião, de um esporte, de uma ciência, etc....

Mas não devemos agir assim se quisermos ter maturidade espiritual.

Essa ideia pode chocar alguns mas é bem provável que seja verdade.

A guerra entre o bem e o mal é muito mais feroz do que muitos imaginam. Ela se estende em todo o Universo em diversos planetas e também entre o mundo material e o espiritual e está presente em cada um de nós.

Isto quer dizer que os planos maléficos são muito mais sofisticados do que a maioria dos mortais acreditam.

Por isso a guerra entre bem x mal é muito mais intensa e onde queremos chegar?

Quer dizer que os líderes espirituais que mais temos afinidade, enfim inclusive os grandes profetas da humanidade como Abraão, Moisés, Jesus e Maomé, por mais perfeitos que eles sejam, eles também podem ter cometidos erros.

Nas escrituras cristãs está registrada uma passagem onde o mal estava tentando o nosso profeta.

Essa passagem deixa claro que até mesmo os grandes profetas sofreram influência do mal.

Muitos tendem a ver os profetas como super heróis cheios de poderes especiais. A grande verdade é que os profetas eram homens comuns, a única diferença é que foram escolhidos por Deus para levar suas mensagens de tempos em tempos do mundo espiritual/religioso/imaterial para o mundo material que é este em que tudo se desenrola.

Temos que nos perguntar, o mal do jeito que é deixaria os planos de Deus ocorrerem na plena perfeição?

É óbvio que não. O mal deve ter influenciado e muito os profetas, para colocarem passagens erradas nas escrituras, coisas de ódio, e assim por diante.

O caso emblemático do nosso querido e amado profeta Jesus. Quem garante que ele deveria ter morrido na cruz? E se estava planejado para Jesus ensinar por muitos e muitos anos e morrer de velhice como Moisés?

Muitos também acreditam que Deus também é um super herói que sabe tudo e que controla tudo.

Mas as coisas não são tão simples.

Por isso ser radical em uma religião não o faz melhor. Na verdade o próprio Jesus alertou que devemos estar vigilantes em assuntos espirituais. Ele quis dizer em outras palavras que não devemos ter uma fé cega, devemos questionar, estudar, ponderar com nossa razão se devemos seguir ou não algo. Jesus ao dizer que devemos ser vigilantes nos assuntos espirituais/religiosos/imateriais deu a entender também que poderiam existir muitas mentiras, alterações, adulterações, e que o mal seria o grande responsável por isso.

E isso também está nas escrituras. Satanás jurou que faria de tudo para que os planos divinos não dessem certo. As missões espirituais dos profetas não foram um jardim de rosas como muitos acreditam.

O mal teve e tentou interferir causando mentiras, discórdias e tentando destruir os planos divinos. A história ficou como a conhecemos, mas isso não quer dizer que foi um caminho de rosas florido e fácil.

Portanto aqueles que querem ser mais maduros espiritualmente, não devem ser radicais religiosos. Não porque isso seja politicamente correto, mas porque os mais maduros espiritualmente sabem que por mais que amamos nossos profetas, eles sofreram fortes influências do mal, que tiveram como objetivo desvirtuar toda a obra de Deus.

Isto significa que nas religiões, nas escrituras, e nas falas dos profetas principais, podem conter sim erros, pois a perfeição só existe no mundo imaterial. Muitos tratam os maiores profetas como semi deuses perfeitos, como verdadeiros super heróis.

Após a morte dos profetas muitos mais ingênuos acreditam ainda que os grande profetas retornariam aos seus tronos "celestiais". Acreditamos que as coisas não ocorrem dessa forma. O mal persegue todos aqueles que seguem o bem e os grandes profetas não estariam livres para fazer tudo o que voluntariamente foram designados com o caminho livre.

Outra questão que também se impõe que não devemos ser radiciais do ponto de vista religioso, é porque no fundo no fundo ninguém sabe a verdade. A religião e a espiritualidade é feita com a intuição com nossa parte espiritual, sempre haverá a dúvida, e sempre existirá um "será?".

Portanto não ser radical é fruto da maturidade espiritual, é saber que a luta entre o bem e mal é mais baixa e suja do que podemos sequer imaginar. É sermos vigilantes como nosso profeta Jesus nos ensinou. Não devemos ser cegos nem radicais porque isto significa trilhar o caminho mais difícil e o caminho do bem.

Ser radical é acreditar cegamente que tudo está correto e que não é preciso "nada mais".

Mas a realidade infelizmente é muito mais complexa e difícil do que pode parecer.


Paz a todos os homens de bem.


Como identificar uma doutrina espiritualmente do mal?

Doutrinas maléficas. (Nazismo e Comunismo)



Para sabermos se uma ideologia é do mal ou não no sentido espiritual, temos que fazer a seguinte pergunta:

1. Ela cria ódio entre as pessoas?

O mal, representado por Satanás o mundo da anarquia sem regras, sem as leis divinas, é o mundo onde o mais forte vence e os fracos são humilhados é o mundo do ódio e da morte.

Se fizermos essa pergunta já podemos identificar ao menos duas doutrinas ou ideologias malignas: O nazismo e o comunismo.

O nazismo pretendia separar o mundo entre raças "superiores" e as "inferiores" é uma doutrina claramente de origem maléfica, ou das trevas literalmente.

Já o comunismo ele é mais difícil de identificar sua origem maléfica, pois a doutrina se disfarça no manto da "igualdade" e da "justiça social" como pano de fundo para angariar seguidores.

Na prática a sociedade é composta realmente de vários grupos diferentes: ricos e pobres, jovens e idosos, homens e mulheres, etc...

O comunismo prega na prática o ódio entre ricos e pobres. No mundo do Reino de Deus, da Nova Jerusalém como capital de um único reino, caso a humanidade passe pelas provas do juízo final, não existe ódio de classes, ódio em razão de idade (jovens x idosos), ódio em razão do sexo e assim por diante.

O comunismo tem uma bandeira da "igualdade" mas a essência da doutrina é o extremo oposto, ou seja, a guerra e o ódio entre os diferentes.

Uma guerra entre ricos e pobres é fácil de imaginar, mas se deslocarmos para outros exemplos como o ódio entre idosos ricos e jovens pobres?

É concebível numa sociedade jovens se unirem contra os idosos?. Segundo as leis econômicas é mais provável que os idosos sejam mais ricos que os jovens, pois tiveram mais tempo de vida para acumular riquezas.

Agora eu pergunto, é concebível uma sociedade onde exista uma guerra entre os "jovens unidos" versus os "idosos unidos exploradores"?

Ou ainda uma sociedade onde exista uma guerra constante entre homens e mulheres?

Por isso todas doutrinas que pregam o ódio, pregam a radicalização da sociedade, e por mais que adotem bandeiras "igualitárias", temos que ver na prática como agem, gerando realmente união ou discórdia?

A segunda pergunta para vermos se uma ideologia é maléfica são suas obras.

2. Qual foi o resultado da ideologia? Paz e união ou morte e devastação?

 É óbvio que alguns desvirtuam por exemplo até mesmo as religiões como as abraamicas. No passado e no presente existem pessoas que para satisfazer seu ódio e sede por sangue utilizam as religiões como meio para alcançar seus objetivos maléficos. Está nas escrituras de que Deus reserva um castigo muito grande para quem mata e pratica o mal utilizando o nome de Deus em vão.

As religiões são do bem, mas podem ser desvirtuadas para o mal. É importante ressaltar essa exceção pois nem tudo que causa algo maléfico é em si maléfico, já que existem coisas boas como a religião que podem ser desvirtuadas por alguns.

No caso do nazismo e comunismo não houve um desvirtuamento da ideologia, a própria ideologia é que prega a destruição dos diferentes. No caso o nazismo prega a destruição e exploração dos mais fracos, já o comunismo prega a destruição dos mais ricos e dos opositores ao regime.

Satanás é contra as obras de Deus ele tem um ódio nato por tudo e por todos e ele é a origem dessas doutrinas que tem por objetivo atrasar a evolução da sociedade humana, atrasar o estabelecimento do Reino de Deus na Terra, com a capital em Jerusalém onde toda a humanidade se reconhecerá como irmãos de sangue (DNA) e irmãos de alma (criados pelo mesmo Deus espiritualmente).

O bem trabalha no sentido de união entre os diferentes. O bem prega que judeus, cristãos e islâmicos são irmãos espirituais. O bem prega que homens e mulheres apesar das diferenças devem se amar, que jovens e idosos devem se amar e não se explorarem ou se matarem.

A obra de Deus é restabelecer o Jardim do Éden na Terra, ou seja, a Terra Éden, ou seja, um só Reino de paz e prosperidade. O bem trabalha para unir todas as nações da Terra em um só Governo Mundial Único. Não um governo ditatorial, mas um governo que espalhe a justiça, a democracia, as riquezas, preserve o meio ambiente mundial, elimine as guerras da face da Terra, elimine o ódio entre as religiões com a implantação do Terceiro Templo dos judeus em Jerusalém no monte do Templo, assim como a sede da Igreja também tenha um templo no Monte do Templo e a manutenção da Mesquita Islâmica que já está la, como disse em parábola Jesus "Os últimos serão os primeiros". O Islamismo é a última das grandes religiões abraamicas e a sua Mesquita (Al-Aqsa) é a primeira a estar no monte do Templo em Jerusalém aguardando a construção do Templo Judaico e da Igreja Cristã no mesmo monte conforme as profecias das escrituras.

Essa é a grande prova do juízo final, que as nações se entendam, que as religiões se vejam como irmãs e não inimigas, que os ricos e pobres trabalhem para prosperarem juntos, que jovens e idosos se respeitem mutuamente, que homens e mulheres amem uns aos outros e assim por diante.

Esse é o mundo que é um plano de Deus, mas que dependerá das ações de cada um na Terra. Faça esse exame de consciência pessoal, de que lado você está? Está ajudando a Deus a implementar o Reino de Deus na Terra, onde a união, paz, amor, reconhecimento das diferenças, perdão, amizade triunfam ou está contribuindo na prática para a divisão, o ódio, a guerra, a inveja e a cobiça é que reinam?

Faça esse exame de consciência que você mesmo saberá se está agindo a favor ou contra os planos de Deus. Se perceber que está no caminho errado, não se culpe, apenas tenha humildade de corrigir sua rota.

Ninguém está livre do juízo final, desde a alma mais evoluída até ao mais baixo, todos irão ser pesados espiritualmente por Deus. Nós temos uma parcela da centelha divina dentro de nós e nós mesmos iremos saber o resultado através da nossa consciência.

Lembre-se o mal cria trincheiras entre as pessoas, grupos, religiões, partidos políticos, etc... e o bem cria pontes de diálogo e compreensão. Para o mal existir é preciso dividir, polarizar e radicalizar as pessoas, daí o palco está montado para as forças malignas agirem. Portanto sempre que você identificar a polarização, radicalização e extremismo, é o mal que está operando criando trincheiras com o objetivo de derramar sangue entre os irmãos.

Abraço a todos e que Deus abençoe a todos nós.


Paz na Terra para os escolhidos de Deus.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Judeus, Cristãos e Islâmicos são irmãos espirituais?


Num mundo altamente dividido e polarizado como o nosso, há muita discórdia e um clima de ódio recíproco entre os diferentes.

Mas o que as escrituras e a história tem a nos ensinar?

Alguns chegam a dizer que a animosidade existente entre os judeus e islâmicos por exemplo remontam a uma passagem bíblica presente no livro Gênesis:

"Se há uma explicação bíblica explícita para esta animosidade, ela remonta aos tempos de Abraão. Os judeus são descendentes de Isaque, filho de Abraão. Os árabes são descendentes de Ismael, também filho de Abraão. Sendo Ismael filho de uma mulher escrava (Gênesis 16:1-6) e Isaque sendo o filho prometido que herdaria as promessas feitas a Abraão (Gênesis 21:1-3), obviamente haveria alguma animosidade entre os dois filhos. Como resultado das provocações de Ismael contra Isaque (Gênesis 21:9), Sara disse para Abraão mandar embora Agar e Ismael (Gênesis 21:11-21). Isto causou no coração de Ismael ainda mais contenda contra Isaque. Um anjo até profetizou a Agar que Ismael viveria em hostilidade contra todos os seus irmãos (Gênesis 16:11-12)."

Leia mais:http://www.gotquestions.org/Portugues/Judeus-Arabes-Muculmanos.html#ixzz3Z2HXOWZJ


Além dessa diferença, outros citam que a rivalidade entre judeus e cristãos poderia ser uma espécie de vingança pela culpa da morte de Jesus atribuídas aos judeus, o Papa Bento XVI disse que essa história não teria fundamento:


"No livro “Jesus de Nazaré”, o Santo Padre apresenta a morte de Cristo como reconciliação (expiação) e cura, e evoca a natureza e o significado histórico da ressurreição.
O Pontífice se adentra também numa análise bíblica e teológica para explicar o motivo pelo qual não tem fundamento a afirmação de que os judeus foram responsáveis pela morte de Jesus. Bento XVI comenta um trecho de João que define os judeus como os acusadores de Cristo, mas afirma que o evangelista não se refere ao povo de Israel em geral, e menos ainda, lhe atribui um caráter “racista”."
Já a rivalidade entre cristãos e islâmicos remontam as cruzadas e invasões recíprocas:
"O avanço islâmico teve profundas repercussões para o cristianismo. Como vimos, a Igreja Oriental ou Bizantina foi seriamente enfraquecida, tendo perdido algumas de suas regiões mais prósperas. A Igreja ocidental ou romana voltou-se mais para o norte da Europa. Com isso, o cristianismo tornou-se mais europeu e menos asiático ou africano. Também foi acelerado o processo de separação entre as Igrejas grega e latina. Outro problema para os cristãos foi a mudança da sua postura com relação à guerra e ao uso da força. Desde o início, os cristãos tinham aprendido de Cristo e dos apóstolos a prática do amor e da tolerância no relacionamento com o próximo. Agora, num mundo cada vez mais hostil à sua fé, eles acabaram abandonando muitos de seus antigos valores e passaram a elaborar toda uma série de justificativas filosóficas e teológicas para legitimar a violência em certas situações. Esse processo havia se iniciado com a aproximação entre a Igreja e o Estado a partir do imperador Constantino, no quarto século, tendo se intensificado nos séculos seguintes. Num primeiro momento, legitimou-se o uso da força contra grupos cristãos dissidentes ou heréticos, como os arianos e os donatistas. Séculos mais tarde, os cristãos haveriam de articular a sua própria versão de guerra santa, dirigindo-a principalmente contra os muçulmanos."
Já o recente conflito entre judeus e islâmicos seria a questão da criação do Estado de Israel:
Outro evento que acabou por gerar nova animosidade entre os países muçulmanos e o Ocidente cristão foi a criação do Estado de Israel, em 1948, e a percepção de que o Ocidente, principalmente os Estados Unidos, apóia incondicionalmente o Estado Judeu em sua luta contra os palestinos e outros povos árabes. Dois novos ingredientes nessa luta foram o súbito enriquecimento de algumas nações árabes com a exploração do petróleo e o surgimento do fundamentalismo militante entre os xiitas, uma antiga facção islâmica minoritária ao lado da maioria sunita. A militância islâmica tem gerado várias revoluções e o surgimento de regimes islâmicos, como aconteceu há alguns anos no Irã. Além do apoio dos Estados Unidos a Israel, os fundamentalistas se ressentem da presença de tropas americanas na Arábia Saudita, o berço do islã, e da influência cultural do Ocidente nos seus respectivos países, vista como danosa para a sua fé e seus valores tradicionais.
Desta maneira há alguns fundamentos bíblicos, históricos e demais "fundamentos" que nos fariam crer que realmente judeus, cristãos e islâmicos seriam inimigos e a paz entre os três povos/seguimentos religiosos seria impossível.

Houve é certo, muita discórdia entre os grupos irmãos (judeus, cristãos e islâmicos), mas o fato é que todos os grupos devem se perdoarem reciprocamente caso todos nós queiramos ter acesso a uma nova vida na Terra abençoada por Deus após o Juízo Final.

Na Nova Terra, na Nova Jerusalém haverá só um reino, e Deus através das escrituras é claro dizendo que aqueles que não forem pacíficos, tolerantes e amáveis uns com os outros que não será permitido que vivam nessa Terra planejada por Deus.

A questão não é coletiva, mas individual entre Deus e você, Deus te dá o livre arbítrio para seguir o caminho do bem ou do mal, mas ele é claro com você: caso siga o caminho do mal (durante o juízo final) você não terá acesso a vida na Nova Terra. Como isso será ninguém sabe a não ser o próprio Deus, mas ele é claro ao dizer que os maus, intolerantes e agressivos não terão espaço nesse novo mundo.

Portanto esqueça os "fundamentos" religiosos, históricos, pessoais de ódio. Deus simplesmente quer que sigamos o bem independente do quanto achamos difícil ou fácil. Pois como está dito na Torá (antigo testamento do Deus de Abraão). "O mal é um desejo em ti, mas Deus te deu inteligência para dominardes este mal".

E você de que lado está? Em seu juízo particular está auxiliando a construção da Nova Jerusalém ou ainda está no mundo do Reino da Besta (anarquia, ódio, etc...).

Que Deus nos abençoe e que sejamos um pilar a mais na implementação de seu Reino na Terra.