Capa A Chave de Davi

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quarta-feira, 22 de junho de 2016

Rabinos já admitem reconstruir templo junto a mesquita

Rabinos já admitem reconstruir templo junto a mesquita

"Há muito espaço para judeus, cristãos, muçulmanos... todos", afirma David Lau

A proposta não é nova, já foi sugerida e rejeitada outras vezes. Contudo, o impensável pode estar mais perto de se tornar real. O rabino-chefe de Israel, David Lau, afirmou que gostaria de ver o templo judeu reconstruído no Monte do Templo ao lado das mesquitas que estão lá. Segundo ele, não há necessidade de remover os santuários muçulmanos pois “há muito espaço para judeus, cristãos, muçulmanos, todos”.
Ele é um dos principais líderes do judaísmo ashkenazi, uma das ramificações mais influentes. Estima-se que há 10 milhões de ashkenazim em todo o mundo, sendo que 2,8 milhões estão em Israel.
O rabino Lau entende que seria perfeitamente possível o local mais importante no judaísmo ser erguido entre a mesquita de Al Aqsa e a de Omar (Domo da Rocha). O espaço entre os dois santuários islâmico é cerca de 250 metros. O templo que o rei Salomão construiu media 27 metros de comprimento e tinha 9 de largura (1 Reis 6:2).
O temor que os judeus tentassem reconstruir o templo de Salomão alimentou grande parte do terrorismo palestino contra os israelenses nos últimos oito meses. Mesmo assim, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu continua com sua postura de proibir a oração judaica no local, e ordenou que os membros do Knesset (Parlamento) não subam ao Monte.
Essa ideia pode ter um importante aliado na política. Embora não esteja mais falando abertamente sobre isso desde que assumiu uma cadeira como membros do Knesset, o rabino Yehuda Glick, ligado ao Instituto do Templo, já debateu essa possibilidade com lideranças muçulmanas.
Um dos grandes incentivadores da retomada dos sacrifícios no que será o Terceiro Templo, ano passado ele esteve na Turquia onde se encontrou com Adnan Oktar, apresentador de um programa de TV exibido em todo Oriente Médio. Ele defende uma aliança entre judeus e muçulmanos.
Oktar apoia a reconstrução de um Templo no alto do Monte, mas ao lado das Mesquitas. Afirmou que busca influenciar outros líderes islâmicos para apoiarem a construção desse Templo. Contudo, a afirmação mais surpreendente foi: “vamos ver o Messias, vamos ver o Templo de Salomão, vamos todos juntos orar lá, se Deus quiser”. Com informações de Times of Israel
Comentários Chester Martins Pelegrini sobre essa referida notícia religiosa.
Nestes tempos de juízo final estava profetizado tanto na Torá Judaica (antigo testamento para os cristãos) quanto no Novo Testamento (Bíblia Cristã) quanto nas profecias Islâmicas (Corão Sagrado) que haveria uma guerra santa onde os irmãos judeus, cristãos e islâmicos iriam se enfrentar e se matarem utilizando o nome de Deus em vão, cometendo graves pecados uns contra os outros instigados pela Príncipe das Trevas (Satanás).
Nestes tempos de tribulações, que o autor Chester acredita ter início com as primeiras cruzadas para a conquista de Jerusalém (que em seu E-book: A Chave de Davi o Deus de Abraão: O Reino Milenar de Jesus após o Juízo Final (1095-2355) tenta desvendar).
O surgimento da guerra na Síria já era profetizado, que Damasco (capital da Síria) viraria pó próximo das guerras do Apocalipse (período do Juízo Final de 1095-2355 D.C. pela interpretação de Chester) segundo as profecias do Livro de Isaías há duas menções em relação a Damasco (Capital da Síria):

Peso de Damasco. Eis que Damasco será tirada, e já não será cidade, antes será um montão de ruínas. Isaías 17:1


24 Enfraquecida está Damasco, virou as costas para fugir, e o tremor apoderou-se dela; angústia e dores apossaram-se dela como da mulher que está de parto.

25 Como está abandonada a cidade famosa, a cidade da minha alegria!

26 Portanto os seus jovens lhe cairão nas ruas, e todos os homens de guerra serão consumidos naquele dia, diz o Senhor dos exércitos.


Mesmo com toda a tribulação desta época e agitação de guerras, como a causada pelo Estado Islâmico entre outras guerras, a Luz de Deus começará a brilhar e a dispersar o nevoeiro de ódio e recriminação entre os irmãos. O Objetivo do E-Book (Livro Digital) da "A Chave de Davi o Deus de Abraão" é justamente trazer a luz divina para o mundo que com o tempo previsto por Deus irá gerar seus grandes e fortes frutos.
Na página 273 de seu Livro Digital, o autor Chester interpreta com a permissão de Deus o trecho do Apocalipse 21:3 que diz:
21:3 E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus. 
O anjo que psicografou o livro por 6 meses e acompanhou o autor, o inspirou a fazer uma imagem, que embora não tenha ficado muito boa, explicaria o significado até então oculto desta passagem que seria referente ao Monte do Templo, e por decorrência de todo o relacionamento entre judeus, cristãos e islâmicos, marcados até então pelo ódio recíproco que é marca desta era desde as primeiras guerras santas (cruzadas) até os dias atuais.
Ainda que fora de escala, o anjo de Deus mostrou para o autor que a vontade de Deus seria de que o Monte do Templo em Jerusalém abrigasse três Templos das religiões abraamicas, um Islâmico (Mesquita Al-aqsa, que já está lá, cumprindo o ditado popular: "os últimos serão os primeiros", ou seja, o profeta islâmico foi o último dos grandes profetas do Deus de Abraão, e o seu Templo, é o primeiro a estar em cima do Monte do Templo em Jerusalém, o mesmo monte onde Abraão tentou sacrificar seu filho, desta forma o local é simbólico tanto para os judeus, quanto para os cristãos e os islâmicos).
O local também teria um Templo Judaico (O terceiro Templo) e uma Igreja Cristã onde seria uma espécie de embaixada do Vaticano na Terra Santa.
Este grande acordo entre os judeus, cristãos e islâmicos seria muito difícil de ser implementado, já que Satanás iria fazer de tudo para impor a discórdia, promovendo o terrorismo religioso entre os irmãos abraamicos para que suas visões ficassem obscurecidas de ódio recíproco.
Mas todos judeus, cristãos e islâmicos de bem, se sentirem em seu espírito que o caminho do bem, não é uma questão de boas aparências, mas que, todos nós temos uma ligação espiritual forte, apesar de seguirmos caminhos e religiões diferentes, todos irão identificar a luz que o próximo porta, quando esta verdade ficar cada vez mais evidente, mais a humanidade estará no caminho da Luz, dissipando por vez a Era das Trevas (Era do Juízo Final, 1095 a 2355), era das tribulações para a instalação do Reino de Deus na Terra, um único Estado Mundial, e com o Templo entre religiões (onde será feita a diplomacia religiosa), gerando uma paz contínua entre as religiões abraamicas, que os planos das Trevas fará de tudo para que não aconteça e não se materialize.
Quem irá vencer o juízo final, só Deus sabe, a única coisa que podemos fazer em nossa humilde posição é escolher um lado, escolher ser "coluna do Templo" auxiliando na medida de nossas capacidades a Luz divina, a compreensão, paz e união, ou ficar do lado do mal, das Trevas, ampliando a discórdia, o ódio e a polarização, que no final auxilia as Trevas a derramar sangue pela Glória de Satanás, e ainda blasfemando o nome do nosso Deus, que é o único a merecer toda a Glória do Universo.
Que a paz ilumine vosso espírito e te dê entendimento neste momento de Trevas e o faça enxergar a Luz procedente de Deus.
* Escrito por Chester Martins Pelegrini. Autor de "A Chave de Davi o Deus de Abraão: O Reino Milenar de Jesus após o Juízo Final (1095-2355)" Livro psicografado através de um anjo (espírito/alma de Luz) que acompanhou o autor por 6 meses e nunca mais apareceu (O mesmo disse ao autor que seria sua missão de vida escrevê-lo).
O Livro Digital tem comentários sobre o Gênesis, Apocalipse e Corão trazendo revelações instigantes sobre os planos de Deus para os fins dos tempos e começo de uma Nova Era e uma Nova Ordem Mundial estabelecidas na Paz e Segurança, no Reino que Jesus profetizou de 1.000 anos.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Deputado rabino lutará pela construção do Terceiro Templo

Deputado rabino lutará pela construção do Terceiro Templo

Yehuda Glick é aliado de muçulmanos que creem em Jesus


Embora tenha nascido nos Estados Unidos, Yehuda Glick é um dos rabinos com maior visibilidade em Israel nos últimos anos. Diretor-executivo do Instituto do Templo, há anos ele faz campanha para expandir o acesso judaico ao Monte do Templo. Defende ainda a construção imediata do terceiro templo.


Ao assumir como o mais novo deputado do Parlamento de Israel (Knesset), ele precisou renunciar a sua cidadania americana e precisa submeter-se à proibição de, como todos os outros parlamentares, subir ao monte do Templo.

Pertencente ao Likud, partido do premiê Benjamin Netanyahu, ele substitui o ex-ministro da Defesa, Moshe Yaalon. O novo ocupante da pasta é Avigdor Lieberman. Com ele e Glick, o cenário político israelense assume uma configuração mais identificada com o ultranacionalismo.
Isso significa menos diálogo com os palestinos sobre uma divisão do território israelense, na chamada “solução dos dois estados”.
O rabino Glick ficou muito conhecido após ter sobrevivido a uma tentativa de assassinato dois anos atrás, quando um palestino disparou à queima-roupa quatro tiros no seu peito. O fato de ele ser agora um congressista e com força política, gerou expectativa sobre como será sua luta pela reconstrução do Templo, assunto evitado pelo governo. Afinal, ele continua ligado ao Instituto do Templo.
Em seu primeiro pronunciamento, deputado Yehuda avisou: “Enquanto eu estiver aqui, farei tudo o que estiver em meu alcance para acabar com a injustiça que acontece todos os dias no local mais sagrado do mundo”.

Aliança com muçulmanos que creem em Jesus

A atuação do rabino Yehuda Glick é marcada por diferentes questões proféticas. Afinal, ele é um dos grandes incentivadores da retomada dos sacrifícios no que será o Terceiro Templo.  Contudo, ano passado ele fez uma visita à Turquia e participou de um encontro com líderes religiosos muçulmanos, sendo recebido como convidado de honra.
Ele afirmou na ocasião que estava lá para “a promoção do diálogo entre os crentes em um Deus Único. Quando falo sobre a liberdade de culto, direitos humanos, respeito a todas as outras pessoas, é isso que eu quero dizer isso. Minha missão está profundamente ligada à visão dos profetas que tornaram o Monte do Templo uma casa de oração para todas as nações”.
Um dos líderes muçulmanos aliados de Glick é Adnan Oktar, apresentador de um programa de TV exibido em todo Oriente Médio. Ele defende uma aliança entre judeus e muçulmanos. Além disso, fala abertamente sobre a chegada de um messias muçulmano [Mahdi], que em breve se revelará ao mundo. Porém, avisa que antes disso, ocorrerá o retorno de Jesus, que os muçulmanos chamam de “profeta Isa”.
Jesus teria como função ajudar o Mahdi em sua missão de converter o mundo todo ao Islã. Sua aparição seria para revelar que ele não é o filho de Deus, tampouco foi crucificado ou ressuscitou dos mortos. Ele contaria que, na verdade, é um seguidor do islamismo. Para provar sua condição, fará muitos milagres.
Oktar apoia a reconstrução de um Templo no alto do Monte, mas ao lado das Mesquitas. Afirmou que busca influenciar outros líderes islâmicos para apoiarem a construção desse Templo. Contudo, a afirmação mais surpreendente foi: “vamos ver o Messias, vamos ver o Templo de Salomão, vamos todos juntos orar lá, se Deus quiser”. Com informações de Israel National NewsJTA e Jewish Press
Fonte: Gospel Prime
Comentários de Chester Martins Pelegrini sobre esta notícia:

Com o decorrer do tempo, os filhos da luz do Deus único de Abraão (mesmo dos judeus, cristãos e islâmicos) irão se reconhecer cada vez mais como irmãos assim como revelado no E-book, "A Chave de Davi o Deus de Abraão".

Apesar de séculos e mais séculos de ódio e incompreensão, a verdade irá se expandir cada vez mais nos corações, mentes e espíritos de todos, apagando as trevas colocados pelo príncipe das Trevas que jurou criar a discórdia entre os irmãos, para a glória do mal.

O líder do mal como relatado nas profecias do apocalipse, nos tempos do juízo final seriam descobertas sua mentiras, ou seja, entre elas espalhar o ódio e a guerra sem fim entre os irmãos com objetivos maléficos, porque o mal puro odeia a amizade, a fraternidade, o entendimento e a paz.

A paz não é ausência completa de conflitos, até entre pessoas da mesma família, entre casais por exemplo há conflitos.

Onde há várias pessoas reunidas, sejam numa escola, sinagoga, igreja ou mesquita, ou seja onde for, sempre haverá discussões, visões de mundo conflitantes.

A liberdade das pessoas geram essas diferenças. Eu posso por exemplo querer ficar em casa enquanto minha esposa quer sair. Pronto já surge um conflito.

No mundo "Reino de Deus", judeus, cristãos e islâmicos continuarão tendo conflitos, só que diferente deste mundo atual ainda na época do juízo final, os conflitos não irão gerar mortes, guerras e nem desentendimentos mais sérios.

Os conflitos continuarão existindo, desentendimentos ainda farão parte, só que todos os irmãos, irão se respeitar, judeus, cristãos e islâmicos irão se reconhecerem como irmãos de fé, que acreditam no mesmo Deus de Abraão, o único Deus Universal, mas que seguem caminhos e profetas diferentes, ou seja, Moisés, Jesus e Maomé.

Haverá mais respeito e compreensão, após séculos de desentendimentos. Mas podemos tirar das escrituras que essa briga, ou ainda, a grande tribulação que passaria a humanidade, seria um verdadeiro teste, que é autorizado por Deus.

Deus quer que a humanidade inteira evolua por seus próprios méritos (com o suor do próprio rosto, ou seja com o próprio esforço) e atravessem as provas do juízo final e construam a Terra planejada por Deus, a "Terra Éden", ou seja, um mundo Politicamente Unificado, com sede política e religiosa em Jerusalém, com um Estado Único Mundial, e com os três Templos Abraamicos no monte do Templo (Templo Judaico, Igreja Cristã e a Mesquita Al-aqsa), onde os irmãos de fé irão celebrar suas fé em paz, em clima cordial e de compreensão, onde as sextas serão celebradas pelos irmãos islâmicos, o sábado por nossos irmãos judeus, e o domingo celebrada sua missa dos irmãos cristãos.

É esse mundo de compreensão e paz que o mal não quer ver construído, e que todos homens de bom coração (emocionalmente equilibrados), bom espírito (almas inclinadas ao bem) e de boa cabeça (esclarecidas em seus propósitos e racionais) devem lutar para construir.

Lembrando que o mal é estrondoso, mas que o bem caminha em silêncio e sem fazer muito alarde, "assim como um ladrão virei, estejais preparados", disse nosso mestre através de seu escritor da Bíblia, avisando nosso mestre e profeta Jesus a todos que voltaria nos tempos do juízo final, sem fazer muito alarde (sem ser famoso, sem espetáculos), mas que enviaria a mensagem da mesma forma para os bem aventurados e vigilantes espiritualmente falando.