Capa A Chave de Davi

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segunda-feira, 25 de junho de 2018

Passeio ciclístico entre judeus e islâmicos na Europa contra o ódio.

Artigo para o Blog de Divulgação do Livro A Chave de Davi o Deus de Abraão. 25.06.2018.


Membros das comunidades judaica e muçulmana da Alemanha realizaram um passeio ciclístico conjunto pela capital para protestar contra o antissemitismo e os ataques contra muçulmanos. O rabino Elias Dray, um dos organizadores do passeio, que começou no memorial do Holocausto, em Berlim, disse que a inciativa deve aproximar judeus e muçulmanos dos alemães. “Muitas vezes, o preconceito nasce em locais onde há pouco contato entre as comunidades”, disse Dray, que atua como rabino na cidade de Amberg. “E qualquer iniciativa é válida para aproximar as comunidades e vencer o preconceito”, disse o rabino. “A maioria dos muçulmanos e judeus quer viver em paz juntos”, destacou o imã Ender Cetin, de Berlim. Os participantes do passeio usavam coletes brancos com a frase “judeus e muçulmanos juntos pelo respeito e tolerância”. Dezenas de pessoas participaram do passeio ciclístico pelo centro de Berlim em demonstração de solidariedade.

Fonte: CONIB e Yetnews

Fonte imagem: AP.


Comentários de Chester:

Cada vez mais a humanidade vai se elevando espiritualmente e entende que o ódio, a polarização extrema, as violências cometidas através da religião são algo relativas ao passado e a ignorância de épocas passadas.

Após a vinda do Messias judaico, o retorno de Jesus e do Anticristo profetizados nas escrituras abrahâmicas (Torá, Novo Testamento e Corão). A humanidade cada vez mais perceberá que todos são irmãos materiais (biologicamente) e imateriais (espirituais a não matéria).

Deus não enviaria vários profetas seus para trazer a paz, a união à compreensão e o amor atoa.

Eles vieram educar a humanidade no sentido de que nossas diferenças não são mais que meras ilusões.

Bandeiras não passam de trapos coloridos que nos dividem (nacionalidades), religiões não passam de dogmas feitos por líderes religiosos intolerantes que deturparam a mensagem dos grandes mestres (como Abraão, Moisés, Jesus e Maomé) que acreditam ter algo de especial, mas que no fundo não interpretaram direito a Grande Mensagem de todas as religiões do Único Deus de Abraão:

Todos nós somos irmãos, nossas diferenças não devem ser algo de ódio e todos nós temos direito de viver em paz em nossas casas, países, seguir nossas religiões, crenças particulares sem que um destrua o outro.

Jesus por exemplo não quis dizer que "onde estiverem 3 reunidos em meu nome, em nome do Pai ali estarei" não quis dizer que só quem fosse cristão e seguisse a Cristo seguiria o próprio Deus verdadeiro.

A verdadeira mensagem sublime que Jesus pode ter tentado passar é no sentido de que todos que procuram a Deus são iluminados pela mesma fonte de sabedoria divina.

O que Jesus quis dizer em nossa opinião é que todos os locais nos quais se buscam a Deus, onde há uma reunião de 3 pessoas com objetivos de enxergar a luz de Deus, ou seja, qualquer Templo religioso, seja uma Sinagoga (Judaica), uma Igreja (Cristã), uma Mesquita (Islâmica), um centro espírita, ou até mesmo índios ou africanos reunidos buscando o sagrado, toda reunião de homens, com o intuito de se religar a Deus de verdade (origem da palavra religião) lá estaria a presença divina.

Jesus nos diz que temos que respeitar todas as religiões, todas tentativas humanas de se religar a Deus e que a Luz divina está presente e alcança a todos indistintamente.

Quando pararmos de achar que só o nosso próprio caminho é iluminado, toda a humanidade irá se elevar.

Na verdade todos irão reconhecer a todos. O que os fanáticos religiosos tentam pela violência, ou seja, que suas religiões sejam respeitadas a força, e que todos tenham medo de seu grupo, com a humanidade evoluída após a passagem do Messias vão perceber é que, todos nós só seremos iluminados, quando todos (judeus, cristãos, e islâmicos principalmente) verem uns aos outros como seres iluminados.

Esse reconhecimento mútuo de ambos os caminhos fará com que a humanidade desfaça a maior mentira de Satanás, que é colocar trincheiras e divisões entre os seres humanos.

Para que não fiquemos na arena dos gladiadores, impulso anárquico maligno presente em todos nós, e pelo meio do qual o Líder das Trevas atua em nós, devemos impedir que o mal nos coloque em times diferentes.

Abraçar a paz e o amor é renegar as divisões, os rótulos e os times que tentam a todos os momentos nos encaixar e que nós mesmos erroneamente buscamos nos encaixar.

Chegará o momento que a humanidade não buscará mais a própria identidade através do medo e da violência, mas da compreensão, unidade na diversidade e amor.

Onde todos reconhecerão a luz que o próximo porta e verá reconhecida também pelo próximo a luz que tem em si mesmo. 

Pois o grande objetivo do mandamento de amar o próximo é uma constatação da realidade psicológica da natureza humana: precisamos do outro para sermos felizes.

Não adianta nós mesmos acharmos que somos iluminados, temos que sermos reconhecidos nos outros é por isso que somos um só. Esse desejo do ser humano natural de viver em sociedade demonstra que somos parte de um mesmo corpo coletivo.

Aguardemos com todas nossas forças, que o Messias judaico apareça e faça seu trabalho de trazer a luz de Deus para o mundo e que tenha êxito em sua missão para dissipar as Trevas que hoje rondam e cegam toda a humanidade e a impedem de ter uma vida em paz, mais saudável, rica e plena como estava e ainda está nos planos iniciais de Deus, nosso Pai celestial (das esferas imateriais).