Capa A Chave de Davi

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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Texto Papa Francisco sobre a paz entre religiões na Mesquita de Baku

Papa Francisco \ Atividades

Papa na Mesquita de Baku: religiões sejam alvoradas de paz – Texto integral




“Nunca mais violência em nome de Deus!”, “na noite dos conflitos” “as religiões sejam alvoradas de paz” – disse o Papa no encontro inter-religioso com o Sheik e os representantes das outras comunidades religiosas do Azerbaijão.
Texto integral:
Considero uma bênção encontrarmo-nos aqui juntos. Desejo agradecer ao Presidente do Conselho dos Muçulmanos do Cáucaso, que nos acolhe com a sua habitual cortesia, e aos Chefes religiosos locais da Igreja Ortodoxa Russa e das Comunidades Judaicas. É um grande sinal encontrarmo-nos, em fraterna amizade, neste lugar de oração; um sinal que manifesta aquela harmonia que as religiões, em conjunto, podem construir, a partir das relações pessoais e da boa vontade dos responsáveis. Prova disto mesmo é, por exemplo, a ajuda concreta que o Presidente do Conselho dos Muçulmanos garantiu em várias ocasiões à comunidade católica, e os sábios conselhos que partilha, em espírito de família, com ela; são de sublinhar também o vínculo estupendo que une os católicos à comunidade ortodoxa, manifestado numa fraternidade concreta e num carinho diário que são um exemplo para todos, e a amizade cordial com a comunidade judaica.
Desta concórdia beneficia o Azerbaijão, que se distingue pelo acolhimento e a hospitalidade, dons que pude experimentar neste dia memorável e pelo qual lhes estou muito grato. Aqui deseja-se guardar o grande património das religiões e, ao mesmo tempo, procura-se uma abertura maior e frutuosa: o próprio catolicismo, por exemplo, encontra lugar e harmonia entre outras religiões muito mais numerosas; um sinal concreto que mostra como não seja a contraposição mas a colaboração que ajuda a construir sociedades melhores e pacíficas.
Este nosso ajuntamento está em continuidade também com os numerosos encontros que se realizam em Baku para promover o diálogo e a multiculturalidade. Ao abrir as portas ao acolhimento e à integração, abrem-se as portas do coração de cada um e as portas da esperança para todos. Confio que este país, «porta entre o Oriente e o Ocidente» [João Paulo II, Discurso na cerimónia de boas-vindas, Baku, 22 de maio de 2002: Insegnamenti XXV/1 (2002), 838], cultive sempre a sua vocação de abertura e encontro, condições indispensáveis para construir sólidas pontes de paz e um futuro digno do ser humano.
A fraternidade e a partilha que desejamos incrementar não serão apreciadas por aqueles que querem salientar divisões, reacender tensões e enriquecer à custa de conflitos e contrastes; mas são imploradas e esperadas por quem deseja o bem comum, e sobretudo são agradáveis a Deus, Compassivo e Misericordioso, que quer os filhos e filhas da única família humana unidos e sempre em diálogo entre si. Assim escreveu um grande poeta, filho desta terra: «Se és humano, mistura-te com os humanos, porque os homens sentem-se bem uns com os outros» (Nizami Ganjavi, O livro de Alexandre I, sobre o próprio estado e o passar do tempo). Abrir-se aos outros não empobrece, mas enriquece, porque nos ajuda a ser mais humanos: a reconhecer-se parte ativa dum todo maior e a interpretar a vida como um dom para os outros; a ter como alvo não os próprios interesses, mas o bem da humanidade; a agir sem idealismos nem intervencionismos, sem realizar interferências prejudiciais nem ações forçadas, mas sempre no respeito das dinâmicas históricas, das culturas e das tradições religiosas.
As próprias religiões têm uma grande tarefa: acompanhar os homens em busca do sentido da vida, ajudando-os a compreender que as limitadas capacidades do ser humano e os bens deste mundo nunca se devem tornar absolutos. O mesmo Nizami escreveu: «Não te estabeleças solidamente sobre as tuas forças, enquanto não encontrares morada no céu! Os frutos do mundo não são eternos; não adores o que perece!» (Leylā e Majnūn, Morte de Majnūn no túmulo de Leylā). As religiões são chamadas a fazer-nos compreender que o centro do homem está fora dele, que tendemos para o Outro infinito e para o outro que está próximo de nós. Aí o homem é chamado a encaminhar a vida rumo ao amor mais sublime e, simultaneamente, mais concreto: este não pode deixar de estar no cume de toda a aspiração autenticamente religiosa; porque – diz ainda o poeta – «amor é aquilo que nunca muda, amor é aquilo que não tem fim» (Ibid., Desespero de Majnūn).
A religião é, pois, uma necessidade para o ser humano realizar o seu fim, uma bússola a fim de o orientar para o bem e afastá-lo do mal, que sempre jaz deitado à porta do seu coração (cf. Gn 4, 7). Neste sentido, as religiões têm uma tarefa educativa: ajudar a tirar fora do homem o seu melhor. E nós, como guias, temos uma grande responsabilidade que é dar respostas autênticas à busca do homem, hoje frequentemente perdido nos paradoxos vertiginosos do nosso tempo. De facto vemos como nos nossos dias, por um lado, avança o niilismo daqueles que não acreditam em nada mais senão nos seus próprios interesses, benefícios e lucros, daqueles que jogam fora a vida acomodando-se ao ditado «se Deus não existe, tudo é permitido» (cf. F. M. Dostoievski, Os irmãos Karamazov, XI, 4.8.9); por outro lado, emergem cada vez mais as reações rígidas e fundamentalistas daqueles que, com a violência da palavra e dos gestos, querem impor atitudes extremas e radicalizadas, as mais distantes do Deus vivo.
As religiões, pelo contrário, ajudando a discernir o bem e a pô-lo em prática com as obras, a oração e o esforço do trabalho interior, são chamadas a construir a cultura do encontro e da paz, feita de paciência, compreensão, passos humildes e concretos. É assim que se serve a sociedade humana. Esta, por sua vez, está sempre obrigada a vencer a tentação de se servir do fator religioso: as religiões não devem jamais ser instrumentalizadas e nunca se podem prestar a apoiar conflitos e confrontos.
Ao contrário, é fecunda uma ligação virtuosa entre sociedade e religiões, uma aliança respeitosa que deve ser construída e preservada, e que gostaria de simbolizar com uma imagem querida a este país. Refiro-me às preciosas janelas artísticas, presentes há séculos nestas terras, feitas apenas de madeira e vidros coloridos (Shebeke). Na sua confeção artesanal, há uma particularidade única: não se usam colas nem pregos, mas são mantidos juntos a madeira e o vidro encaixando-os entre si com um trabalho longo e cuidadoso. Assim a madeira sustenta o vidro e o vidro faz entrar a luz. Da mesma forma, é dever de cada sociedade civil sustentar a religião, que permite a entrada duma luz indispensável para viver: para isso é necessário garantir-lhe uma efetiva e autêntica liberdade. Assim não se devem usar as «colas» artificiais que forçam o ser humano a crer, impondo-lhe um determinado credo e privando-o da liberdade de escolha; nem devem entrar nas religiões os «pregos» externos dos interesses mundanos, das ambições de poder e dinheiro. Porque Deus não pode ser invocado para interesses de parte nem para fins egoístas; não pode justificar qualquer forma de fundamentalismo, imperialismo ou colonialismo. Mais uma vez, deste lugar tão significativo, levanta-se o grito angustiado: nunca mais violência em nome de Deus! Que o seu santo nome seja adorado, e não profanado nem mercantilizado por ódios e conflitos humanos.
Em vez disso, honremos a providente misericórdia divina para connosco com a oração assídua e o diálogo concreto, «condição necessária para a paz no mundo e, por conseguinte, é um dever para os cristãos e também para as outras comunidades religiosas» (Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 250). Oração e diálogo estão profundamente relacionados entre si: partem da abertura do coração e tendem para o bem dos outros; por isso se enriquecem e reforçam mutuamente. Convictamente, em continuidade com o Concílio Vaticano II, a Igreja Católica «exorta os seus filhos a que, com prudência e caridade, pelo diálogo e colaboração com os seguidores doutras religiões, dando testemunho da vida e fé cristãs, reconheçam, conservem e promovam os bens espirituais e morais e os valores socioculturais que entre eles se encontram» (Decl. Nostra aetate, 2).
Não se trata de qualquer «sincretismo conciliador», nem de «uma abertura diplomática que diga sim a tudo para evitar problemas» (Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 251), mas de dialogar com os outros e rezar por todos: estes são os nossos meios para mudar as lanças em foices (cf. Is 2, 4), para fazer surgir amor onde há ódio e perdão onde há ofensa, para não nos cansarmos de implorar e percorrer caminhos de paz.
Uma paz verdadeira, fundada sobre o respeito mútuo, o encontro e a partilha, sobre a vontade de ultrapassar os preconceitos e as injustiças do passado, sobre a renúncia à duplicidade e aos interesses de parte; uma paz duradoura, animada pela coragem de superar as barreiras, de debelar a pobreza e as injustiças, de denunciar e deter a proliferação de armas e os ganhos iníquos obtidos à custa da pele dos outros. A voz de demasiado sangue clama a Deus a partir do solo da Terra, nossa casa comum (cf. Gn 4, 10). Agora somos desafiados a dar uma resposta sem mais adiamentos, a construir juntos um futuro de paz: não é tempo de soluções violentas e bruscas, mas o momento urgente de empreender processos pacientes de reconciliação.
A verdadeira questão do nosso tempo não é como promover os nossos interesses – esta não é a verdadeira questão –, mas que perspetiva de vida oferecer às gerações futuras, como deixar um mundo melhor do que aquele que recebemos. Deus e a própria história interrogar-nos-ão se hoje nos gastamos pela paz; já no-lo perguntam instantemente as gerações jovens, que sonham com um futuro diferente.
Na noite dos conflitos que estamos a atravessar, as religiões sejam alvoradas de paz, sementes de renascimento por entre devastações de morte, ecos de diálogo que ressoam incansavelmente, caminhos de encontro e reconciliação para se chegar mesmo lá onde as tentativas das mediações oficiais parecem não ter êxito.
Especialmente nesta amada região caucásica, que muito desejei visitar e à qual cheguei como peregrino de paz, as religiões sejam veículos ativos para a superação das tragédias do passado e das tensões atuais. As riquezas inestimáveis destes países sejam conhecidas e valorizadas: os tesouros antigos e sempre novos de sabedoria, cultura e religiosidade dos povos do Cáucaso são um grande recurso para o futuro da região e, em particular, para a cultura europeia, bens preciosos a que não podemos renunciar. Obrigado.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Rabinos já admitem reconstruir templo junto a mesquita

Rabinos já admitem reconstruir templo junto a mesquita

"Há muito espaço para judeus, cristãos, muçulmanos... todos", afirma David Lau

A proposta não é nova, já foi sugerida e rejeitada outras vezes. Contudo, o impensável pode estar mais perto de se tornar real. O rabino-chefe de Israel, David Lau, afirmou que gostaria de ver o templo judeu reconstruído no Monte do Templo ao lado das mesquitas que estão lá. Segundo ele, não há necessidade de remover os santuários muçulmanos pois “há muito espaço para judeus, cristãos, muçulmanos, todos”.
Ele é um dos principais líderes do judaísmo ashkenazi, uma das ramificações mais influentes. Estima-se que há 10 milhões de ashkenazim em todo o mundo, sendo que 2,8 milhões estão em Israel.
O rabino Lau entende que seria perfeitamente possível o local mais importante no judaísmo ser erguido entre a mesquita de Al Aqsa e a de Omar (Domo da Rocha). O espaço entre os dois santuários islâmico é cerca de 250 metros. O templo que o rei Salomão construiu media 27 metros de comprimento e tinha 9 de largura (1 Reis 6:2).
O temor que os judeus tentassem reconstruir o templo de Salomão alimentou grande parte do terrorismo palestino contra os israelenses nos últimos oito meses. Mesmo assim, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu continua com sua postura de proibir a oração judaica no local, e ordenou que os membros do Knesset (Parlamento) não subam ao Monte.
Essa ideia pode ter um importante aliado na política. Embora não esteja mais falando abertamente sobre isso desde que assumiu uma cadeira como membros do Knesset, o rabino Yehuda Glick, ligado ao Instituto do Templo, já debateu essa possibilidade com lideranças muçulmanas.
Um dos grandes incentivadores da retomada dos sacrifícios no que será o Terceiro Templo, ano passado ele esteve na Turquia onde se encontrou com Adnan Oktar, apresentador de um programa de TV exibido em todo Oriente Médio. Ele defende uma aliança entre judeus e muçulmanos.
Oktar apoia a reconstrução de um Templo no alto do Monte, mas ao lado das Mesquitas. Afirmou que busca influenciar outros líderes islâmicos para apoiarem a construção desse Templo. Contudo, a afirmação mais surpreendente foi: “vamos ver o Messias, vamos ver o Templo de Salomão, vamos todos juntos orar lá, se Deus quiser”. Com informações de Times of Israel
Comentários Chester Martins Pelegrini sobre essa referida notícia religiosa.
Nestes tempos de juízo final estava profetizado tanto na Torá Judaica (antigo testamento para os cristãos) quanto no Novo Testamento (Bíblia Cristã) quanto nas profecias Islâmicas (Corão Sagrado) que haveria uma guerra santa onde os irmãos judeus, cristãos e islâmicos iriam se enfrentar e se matarem utilizando o nome de Deus em vão, cometendo graves pecados uns contra os outros instigados pela Príncipe das Trevas (Satanás).
Nestes tempos de tribulações, que o autor Chester acredita ter início com as primeiras cruzadas para a conquista de Jerusalém (que em seu E-book: A Chave de Davi o Deus de Abraão: O Reino Milenar de Jesus após o Juízo Final (1095-2355) tenta desvendar).
O surgimento da guerra na Síria já era profetizado, que Damasco (capital da Síria) viraria pó próximo das guerras do Apocalipse (período do Juízo Final de 1095-2355 D.C. pela interpretação de Chester) segundo as profecias do Livro de Isaías há duas menções em relação a Damasco (Capital da Síria):

Peso de Damasco. Eis que Damasco será tirada, e já não será cidade, antes será um montão de ruínas. Isaías 17:1


24 Enfraquecida está Damasco, virou as costas para fugir, e o tremor apoderou-se dela; angústia e dores apossaram-se dela como da mulher que está de parto.

25 Como está abandonada a cidade famosa, a cidade da minha alegria!

26 Portanto os seus jovens lhe cairão nas ruas, e todos os homens de guerra serão consumidos naquele dia, diz o Senhor dos exércitos.


Mesmo com toda a tribulação desta época e agitação de guerras, como a causada pelo Estado Islâmico entre outras guerras, a Luz de Deus começará a brilhar e a dispersar o nevoeiro de ódio e recriminação entre os irmãos. O Objetivo do E-Book (Livro Digital) da "A Chave de Davi o Deus de Abraão" é justamente trazer a luz divina para o mundo que com o tempo previsto por Deus irá gerar seus grandes e fortes frutos.
Na página 273 de seu Livro Digital, o autor Chester interpreta com a permissão de Deus o trecho do Apocalipse 21:3 que diz:
21:3 E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus. 
O anjo que psicografou o livro por 6 meses e acompanhou o autor, o inspirou a fazer uma imagem, que embora não tenha ficado muito boa, explicaria o significado até então oculto desta passagem que seria referente ao Monte do Templo, e por decorrência de todo o relacionamento entre judeus, cristãos e islâmicos, marcados até então pelo ódio recíproco que é marca desta era desde as primeiras guerras santas (cruzadas) até os dias atuais.
Ainda que fora de escala, o anjo de Deus mostrou para o autor que a vontade de Deus seria de que o Monte do Templo em Jerusalém abrigasse três Templos das religiões abraamicas, um Islâmico (Mesquita Al-aqsa, que já está lá, cumprindo o ditado popular: "os últimos serão os primeiros", ou seja, o profeta islâmico foi o último dos grandes profetas do Deus de Abraão, e o seu Templo, é o primeiro a estar em cima do Monte do Templo em Jerusalém, o mesmo monte onde Abraão tentou sacrificar seu filho, desta forma o local é simbólico tanto para os judeus, quanto para os cristãos e os islâmicos).
O local também teria um Templo Judaico (O terceiro Templo) e uma Igreja Cristã onde seria uma espécie de embaixada do Vaticano na Terra Santa.
Este grande acordo entre os judeus, cristãos e islâmicos seria muito difícil de ser implementado, já que Satanás iria fazer de tudo para impor a discórdia, promovendo o terrorismo religioso entre os irmãos abraamicos para que suas visões ficassem obscurecidas de ódio recíproco.
Mas todos judeus, cristãos e islâmicos de bem, se sentirem em seu espírito que o caminho do bem, não é uma questão de boas aparências, mas que, todos nós temos uma ligação espiritual forte, apesar de seguirmos caminhos e religiões diferentes, todos irão identificar a luz que o próximo porta, quando esta verdade ficar cada vez mais evidente, mais a humanidade estará no caminho da Luz, dissipando por vez a Era das Trevas (Era do Juízo Final, 1095 a 2355), era das tribulações para a instalação do Reino de Deus na Terra, um único Estado Mundial, e com o Templo entre religiões (onde será feita a diplomacia religiosa), gerando uma paz contínua entre as religiões abraamicas, que os planos das Trevas fará de tudo para que não aconteça e não se materialize.
Quem irá vencer o juízo final, só Deus sabe, a única coisa que podemos fazer em nossa humilde posição é escolher um lado, escolher ser "coluna do Templo" auxiliando na medida de nossas capacidades a Luz divina, a compreensão, paz e união, ou ficar do lado do mal, das Trevas, ampliando a discórdia, o ódio e a polarização, que no final auxilia as Trevas a derramar sangue pela Glória de Satanás, e ainda blasfemando o nome do nosso Deus, que é o único a merecer toda a Glória do Universo.
Que a paz ilumine vosso espírito e te dê entendimento neste momento de Trevas e o faça enxergar a Luz procedente de Deus.
* Escrito por Chester Martins Pelegrini. Autor de "A Chave de Davi o Deus de Abraão: O Reino Milenar de Jesus após o Juízo Final (1095-2355)" Livro psicografado através de um anjo (espírito/alma de Luz) que acompanhou o autor por 6 meses e nunca mais apareceu (O mesmo disse ao autor que seria sua missão de vida escrevê-lo).
O Livro Digital tem comentários sobre o Gênesis, Apocalipse e Corão trazendo revelações instigantes sobre os planos de Deus para os fins dos tempos e começo de uma Nova Era e uma Nova Ordem Mundial estabelecidas na Paz e Segurança, no Reino que Jesus profetizou de 1.000 anos.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Deputado rabino lutará pela construção do Terceiro Templo

Deputado rabino lutará pela construção do Terceiro Templo

Yehuda Glick é aliado de muçulmanos que creem em Jesus


Embora tenha nascido nos Estados Unidos, Yehuda Glick é um dos rabinos com maior visibilidade em Israel nos últimos anos. Diretor-executivo do Instituto do Templo, há anos ele faz campanha para expandir o acesso judaico ao Monte do Templo. Defende ainda a construção imediata do terceiro templo.


Ao assumir como o mais novo deputado do Parlamento de Israel (Knesset), ele precisou renunciar a sua cidadania americana e precisa submeter-se à proibição de, como todos os outros parlamentares, subir ao monte do Templo.

Pertencente ao Likud, partido do premiê Benjamin Netanyahu, ele substitui o ex-ministro da Defesa, Moshe Yaalon. O novo ocupante da pasta é Avigdor Lieberman. Com ele e Glick, o cenário político israelense assume uma configuração mais identificada com o ultranacionalismo.
Isso significa menos diálogo com os palestinos sobre uma divisão do território israelense, na chamada “solução dos dois estados”.
O rabino Glick ficou muito conhecido após ter sobrevivido a uma tentativa de assassinato dois anos atrás, quando um palestino disparou à queima-roupa quatro tiros no seu peito. O fato de ele ser agora um congressista e com força política, gerou expectativa sobre como será sua luta pela reconstrução do Templo, assunto evitado pelo governo. Afinal, ele continua ligado ao Instituto do Templo.
Em seu primeiro pronunciamento, deputado Yehuda avisou: “Enquanto eu estiver aqui, farei tudo o que estiver em meu alcance para acabar com a injustiça que acontece todos os dias no local mais sagrado do mundo”.

Aliança com muçulmanos que creem em Jesus

A atuação do rabino Yehuda Glick é marcada por diferentes questões proféticas. Afinal, ele é um dos grandes incentivadores da retomada dos sacrifícios no que será o Terceiro Templo.  Contudo, ano passado ele fez uma visita à Turquia e participou de um encontro com líderes religiosos muçulmanos, sendo recebido como convidado de honra.
Ele afirmou na ocasião que estava lá para “a promoção do diálogo entre os crentes em um Deus Único. Quando falo sobre a liberdade de culto, direitos humanos, respeito a todas as outras pessoas, é isso que eu quero dizer isso. Minha missão está profundamente ligada à visão dos profetas que tornaram o Monte do Templo uma casa de oração para todas as nações”.
Um dos líderes muçulmanos aliados de Glick é Adnan Oktar, apresentador de um programa de TV exibido em todo Oriente Médio. Ele defende uma aliança entre judeus e muçulmanos. Além disso, fala abertamente sobre a chegada de um messias muçulmano [Mahdi], que em breve se revelará ao mundo. Porém, avisa que antes disso, ocorrerá o retorno de Jesus, que os muçulmanos chamam de “profeta Isa”.
Jesus teria como função ajudar o Mahdi em sua missão de converter o mundo todo ao Islã. Sua aparição seria para revelar que ele não é o filho de Deus, tampouco foi crucificado ou ressuscitou dos mortos. Ele contaria que, na verdade, é um seguidor do islamismo. Para provar sua condição, fará muitos milagres.
Oktar apoia a reconstrução de um Templo no alto do Monte, mas ao lado das Mesquitas. Afirmou que busca influenciar outros líderes islâmicos para apoiarem a construção desse Templo. Contudo, a afirmação mais surpreendente foi: “vamos ver o Messias, vamos ver o Templo de Salomão, vamos todos juntos orar lá, se Deus quiser”. Com informações de Israel National NewsJTA e Jewish Press
Fonte: Gospel Prime
Comentários de Chester Martins Pelegrini sobre esta notícia:

Com o decorrer do tempo, os filhos da luz do Deus único de Abraão (mesmo dos judeus, cristãos e islâmicos) irão se reconhecer cada vez mais como irmãos assim como revelado no E-book, "A Chave de Davi o Deus de Abraão".

Apesar de séculos e mais séculos de ódio e incompreensão, a verdade irá se expandir cada vez mais nos corações, mentes e espíritos de todos, apagando as trevas colocados pelo príncipe das Trevas que jurou criar a discórdia entre os irmãos, para a glória do mal.

O líder do mal como relatado nas profecias do apocalipse, nos tempos do juízo final seriam descobertas sua mentiras, ou seja, entre elas espalhar o ódio e a guerra sem fim entre os irmãos com objetivos maléficos, porque o mal puro odeia a amizade, a fraternidade, o entendimento e a paz.

A paz não é ausência completa de conflitos, até entre pessoas da mesma família, entre casais por exemplo há conflitos.

Onde há várias pessoas reunidas, sejam numa escola, sinagoga, igreja ou mesquita, ou seja onde for, sempre haverá discussões, visões de mundo conflitantes.

A liberdade das pessoas geram essas diferenças. Eu posso por exemplo querer ficar em casa enquanto minha esposa quer sair. Pronto já surge um conflito.

No mundo "Reino de Deus", judeus, cristãos e islâmicos continuarão tendo conflitos, só que diferente deste mundo atual ainda na época do juízo final, os conflitos não irão gerar mortes, guerras e nem desentendimentos mais sérios.

Os conflitos continuarão existindo, desentendimentos ainda farão parte, só que todos os irmãos, irão se respeitar, judeus, cristãos e islâmicos irão se reconhecerem como irmãos de fé, que acreditam no mesmo Deus de Abraão, o único Deus Universal, mas que seguem caminhos e profetas diferentes, ou seja, Moisés, Jesus e Maomé.

Haverá mais respeito e compreensão, após séculos de desentendimentos. Mas podemos tirar das escrituras que essa briga, ou ainda, a grande tribulação que passaria a humanidade, seria um verdadeiro teste, que é autorizado por Deus.

Deus quer que a humanidade inteira evolua por seus próprios méritos (com o suor do próprio rosto, ou seja com o próprio esforço) e atravessem as provas do juízo final e construam a Terra planejada por Deus, a "Terra Éden", ou seja, um mundo Politicamente Unificado, com sede política e religiosa em Jerusalém, com um Estado Único Mundial, e com os três Templos Abraamicos no monte do Templo (Templo Judaico, Igreja Cristã e a Mesquita Al-aqsa), onde os irmãos de fé irão celebrar suas fé em paz, em clima cordial e de compreensão, onde as sextas serão celebradas pelos irmãos islâmicos, o sábado por nossos irmãos judeus, e o domingo celebrada sua missa dos irmãos cristãos.

É esse mundo de compreensão e paz que o mal não quer ver construído, e que todos homens de bom coração (emocionalmente equilibrados), bom espírito (almas inclinadas ao bem) e de boa cabeça (esclarecidas em seus propósitos e racionais) devem lutar para construir.

Lembrando que o mal é estrondoso, mas que o bem caminha em silêncio e sem fazer muito alarde, "assim como um ladrão virei, estejais preparados", disse nosso mestre através de seu escritor da Bíblia, avisando nosso mestre e profeta Jesus a todos que voltaria nos tempos do juízo final, sem fazer muito alarde (sem ser famoso, sem espetáculos), mas que enviaria a mensagem da mesma forma para os bem aventurados e vigilantes espiritualmente falando.

sábado, 30 de janeiro de 2016

Papa faz visita histórica à Sinagoga de Roma e chama judeus de 'irmãos mais velhos'

Papa faz visita histórica à Sinagoga de Roma e chama judeus de 'irmãos mais velhos'

Francisco é o terceiro pontífice a visitar o templo na capital italiana, seguindo João Paulo II e Bento XVI. Pontífice aproveitou visita inédita para condenar todas as formas de antissemitismo


Vicenzo Pinto / AFP PHOTO

Em sua primeira visita à Sinagoga de Roma, realizada na tarde deste domingo (17), o papa Francisco declarou que os judeus são os "irmãos e irmãs" mais velhos dos cristãos, usando uma expressão cunhada por João Paulo II durante sua ida ao templo, há 30 anos.

O Pontífice argentino foi recebido no local por uma multidão de romanos e turistas, que aproveitaram para eternizar o histórico momento em fotos e vídeos. Em seu discurso, Jorge Bergoglio arriscou inclusive algumas expressões em hebraico, como "todá rabá" (muito obrigado) e "shalom alechem", cumprimento que significa "a paz sobre vós".
"Vocês são os nossos irmãos e as nossas irmãs mais velhos na fé. Todos pertencemos a uma única família, a família de Deus, o qual nos acompanha e nos protege como seu povo", afirmou Francisco, que também aproveitou a ocasião para condenar todas as formas de "antissemitismo e de injúria, discriminação e perseguição" que derivam do preconceito.

"Conflitos, guerras, violências e injustiças abrem feridas profundas na humanidade e nos chamam a reforçar o empenho pela paz e pela justiça. A violência do homem contra o homem contradiz qualquer religião digna deste nome, principalmente as três grandes religiões monoteístas", acrescentou o Papa, fazendo referência ao cristianismo, islamismo e judaísmo e recebendo aplausos do público.

O Pontífice ainda lembrou do Holocausto e disse que o passado deve servir de aprendizado para o presente e o futuro. "Em 16 de outubro de 1943, mais de mil homens, mulheres e crianças da comunidade judaica de Roma foram deportados para Auschwitz. Seu sofrimento, suas angústias e suas lágrimas não devem nunca ser esquecidos", acrescentou.

Bergoglio é apenas o terceiro Papa a visitar a sinagoga da capital italiana, seguindo os exemplos de João Paulo II e Bento XVI. Sua ida ao templo ocorreu um dia depois de a Abadia da Dormição, na cidade velha de Jerusalém, em Israel, ter sido pichada com frases anticristãs escritas em hebraico e uma espada ensanguentada. 

Fonte: EM.com.br 

sábado, 9 de janeiro de 2016

Em vídeo, Papa Francisco defende diálogo e paz entre religiões

06/01/2016 17h06 - Atualizado em 06/01/2016 17h12

Em vídeo, Papa Francisco defende diálogo e paz entre religiões

Mensagem se intercala com a de líderes espirituais de outras religiões.
'Não devemos deixar de colaborar com os que pensam diferente', diz Papa.

Da EFE
Papa Francisco grava mensagem em vídeo sobre diálogo e paz entre religiões (Foto: Reprodução/ YouTube/ Vaticano)Papa Francisco grava mensagem em vídeo sobre diálogo e paz entre religiões (Foto: Reprodução/ YouTube/ Vaticano)
O Papa Francisco fez um apelo nesta quarta-feira (6) por "um diálogo entre religiões" para conseguir "frutos de paz e de justiça" em uma mensagem de vídeo, na qual assinalou que a "única certeza" que existe é "todos somos filhos de Deus". Assista ao vídeo (em espanhol).
"A maior parte dos habitantes do planeta se declara crente. Isto deveria provocar um diálogo entre as religiões. Não devemos deixar de orar por ele e colaborar com os que pensam diferente", declarou o pontífice, em espanhol, no vídeo.
"Muitos pensam diferente, sentem diferente, buscam Deus e encontram a Deus de maneira diferente. Nesta multidão, neste leque de religiões, há uma só certeza: todos somos filhos de Deus", disse.
Francisco concluiu o vídeo pedindo a oração dos crentes para que se impulsione o diálogo entre religiões e se alcance a paz.
"Confio em você para divulgar meu pedido deste mês. Que o diálogo sincero entre homens e mulheres de diversas religiões gere frutos de paz e de justiça. Confio em sua oração", destacou.
O vídeo, de um minuto e meio de duração, mostra o Papa sentado em frente a uma escrivaninha sob tênue iluminação e falando à câmera em sua língua materna.
Francisco aparece em diferentes momentos de seu pontificado que estiveram vinculados com o tema do diálogo entre religiões, como sua visita à Terra Santa em maio de 2014.
A mensagem do pontífice se intercala com a presença de outros líderes espirituais que manifestam, também em espanhol, sua crença em "Deus" e no "amor", como a budista Rinchen Khandro, o rabino Daniel Goldman, o sacerdote católico Guillermo Marcó e o dirigente islâmico Omar Abboud.
O vídeo termina com a imagem dos objetos de veneração das diferentes religiões, como a menorá judaica, o rosário cristão e o tasbih, o rosário muçulmano.
Comentários: O Papa ao demonstrar que existem diversos caminhos para se chegar a Deus, demonstra que os maiores líderes espirituais da humanidade, como o próprio Papa Francisco reconhecem que a Luz divina está presente em diversos caminhos (religiões).
Nenhum caminho é mais iluminado que o outro, e as pessoas crentes em Deus, devem seguir o caminho do bem e da paz, pois essa é a vontade de Deus.
Aqueles que seguem o caminho do mal, ou do extremismo religioso, ou ainda, aqueles que matam utilizando o nome de Deus, são os nossos irmãos que estão em pecado.
Enxergar a luz de Deus no próximo, é um dos verdadeiros significados de amar o próximo. Pois todos nós somos filhos do mesmo Deus.
Esse ensinamento não é algo politicamente correto, no sentido: "-Vamos amar o diferente porque isso é o que parece ser o mais bonito". Amar o próximo que é diferente é na verdade retornar as origens, é entender que todos nós humanos somos irmãos de sangue (genéticos) e de alma (espírito) e que temos a mesma essência divina.
O fato de estarmos divididos em famílias, países, religiões, opiniões políticas diferentes não nos faz de fato diferentes. Há algo maior que une a todos nós,e é justamente esse o objetivo do mal, criar ilusões de separação para que todos se vejam como inimigos, quando na verdade as diferenças só servem para deixar a humanidade mais rica, e não com o objetivo de autodestruição.

Na verdade não existem religiões para Deus, para Deus existem vários caminhos, e o caminho do bem leva a necessariamente para a paz e o amor de procedência divina e no qual nós também somos ligados/portadores dessa centelha divina. Se o seu caminho o leva para o ódio, esse caminho não é de Deus.