Capa A Chave de Davi

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terça-feira, 7 de junho de 2016

Deputado rabino lutará pela construção do Terceiro Templo

Deputado rabino lutará pela construção do Terceiro Templo

Yehuda Glick é aliado de muçulmanos que creem em Jesus


Embora tenha nascido nos Estados Unidos, Yehuda Glick é um dos rabinos com maior visibilidade em Israel nos últimos anos. Diretor-executivo do Instituto do Templo, há anos ele faz campanha para expandir o acesso judaico ao Monte do Templo. Defende ainda a construção imediata do terceiro templo.


Ao assumir como o mais novo deputado do Parlamento de Israel (Knesset), ele precisou renunciar a sua cidadania americana e precisa submeter-se à proibição de, como todos os outros parlamentares, subir ao monte do Templo.

Pertencente ao Likud, partido do premiê Benjamin Netanyahu, ele substitui o ex-ministro da Defesa, Moshe Yaalon. O novo ocupante da pasta é Avigdor Lieberman. Com ele e Glick, o cenário político israelense assume uma configuração mais identificada com o ultranacionalismo.
Isso significa menos diálogo com os palestinos sobre uma divisão do território israelense, na chamada “solução dos dois estados”.
O rabino Glick ficou muito conhecido após ter sobrevivido a uma tentativa de assassinato dois anos atrás, quando um palestino disparou à queima-roupa quatro tiros no seu peito. O fato de ele ser agora um congressista e com força política, gerou expectativa sobre como será sua luta pela reconstrução do Templo, assunto evitado pelo governo. Afinal, ele continua ligado ao Instituto do Templo.
Em seu primeiro pronunciamento, deputado Yehuda avisou: “Enquanto eu estiver aqui, farei tudo o que estiver em meu alcance para acabar com a injustiça que acontece todos os dias no local mais sagrado do mundo”.

Aliança com muçulmanos que creem em Jesus

A atuação do rabino Yehuda Glick é marcada por diferentes questões proféticas. Afinal, ele é um dos grandes incentivadores da retomada dos sacrifícios no que será o Terceiro Templo.  Contudo, ano passado ele fez uma visita à Turquia e participou de um encontro com líderes religiosos muçulmanos, sendo recebido como convidado de honra.
Ele afirmou na ocasião que estava lá para “a promoção do diálogo entre os crentes em um Deus Único. Quando falo sobre a liberdade de culto, direitos humanos, respeito a todas as outras pessoas, é isso que eu quero dizer isso. Minha missão está profundamente ligada à visão dos profetas que tornaram o Monte do Templo uma casa de oração para todas as nações”.
Um dos líderes muçulmanos aliados de Glick é Adnan Oktar, apresentador de um programa de TV exibido em todo Oriente Médio. Ele defende uma aliança entre judeus e muçulmanos. Além disso, fala abertamente sobre a chegada de um messias muçulmano [Mahdi], que em breve se revelará ao mundo. Porém, avisa que antes disso, ocorrerá o retorno de Jesus, que os muçulmanos chamam de “profeta Isa”.
Jesus teria como função ajudar o Mahdi em sua missão de converter o mundo todo ao Islã. Sua aparição seria para revelar que ele não é o filho de Deus, tampouco foi crucificado ou ressuscitou dos mortos. Ele contaria que, na verdade, é um seguidor do islamismo. Para provar sua condição, fará muitos milagres.
Oktar apoia a reconstrução de um Templo no alto do Monte, mas ao lado das Mesquitas. Afirmou que busca influenciar outros líderes islâmicos para apoiarem a construção desse Templo. Contudo, a afirmação mais surpreendente foi: “vamos ver o Messias, vamos ver o Templo de Salomão, vamos todos juntos orar lá, se Deus quiser”. Com informações de Israel National NewsJTA e Jewish Press
Fonte: Gospel Prime
Comentários de Chester Martins Pelegrini sobre esta notícia:

Com o decorrer do tempo, os filhos da luz do Deus único de Abraão (mesmo dos judeus, cristãos e islâmicos) irão se reconhecer cada vez mais como irmãos assim como revelado no E-book, "A Chave de Davi o Deus de Abraão".

Apesar de séculos e mais séculos de ódio e incompreensão, a verdade irá se expandir cada vez mais nos corações, mentes e espíritos de todos, apagando as trevas colocados pelo príncipe das Trevas que jurou criar a discórdia entre os irmãos, para a glória do mal.

O líder do mal como relatado nas profecias do apocalipse, nos tempos do juízo final seriam descobertas sua mentiras, ou seja, entre elas espalhar o ódio e a guerra sem fim entre os irmãos com objetivos maléficos, porque o mal puro odeia a amizade, a fraternidade, o entendimento e a paz.

A paz não é ausência completa de conflitos, até entre pessoas da mesma família, entre casais por exemplo há conflitos.

Onde há várias pessoas reunidas, sejam numa escola, sinagoga, igreja ou mesquita, ou seja onde for, sempre haverá discussões, visões de mundo conflitantes.

A liberdade das pessoas geram essas diferenças. Eu posso por exemplo querer ficar em casa enquanto minha esposa quer sair. Pronto já surge um conflito.

No mundo "Reino de Deus", judeus, cristãos e islâmicos continuarão tendo conflitos, só que diferente deste mundo atual ainda na época do juízo final, os conflitos não irão gerar mortes, guerras e nem desentendimentos mais sérios.

Os conflitos continuarão existindo, desentendimentos ainda farão parte, só que todos os irmãos, irão se respeitar, judeus, cristãos e islâmicos irão se reconhecerem como irmãos de fé, que acreditam no mesmo Deus de Abraão, o único Deus Universal, mas que seguem caminhos e profetas diferentes, ou seja, Moisés, Jesus e Maomé.

Haverá mais respeito e compreensão, após séculos de desentendimentos. Mas podemos tirar das escrituras que essa briga, ou ainda, a grande tribulação que passaria a humanidade, seria um verdadeiro teste, que é autorizado por Deus.

Deus quer que a humanidade inteira evolua por seus próprios méritos (com o suor do próprio rosto, ou seja com o próprio esforço) e atravessem as provas do juízo final e construam a Terra planejada por Deus, a "Terra Éden", ou seja, um mundo Politicamente Unificado, com sede política e religiosa em Jerusalém, com um Estado Único Mundial, e com os três Templos Abraamicos no monte do Templo (Templo Judaico, Igreja Cristã e a Mesquita Al-aqsa), onde os irmãos de fé irão celebrar suas fé em paz, em clima cordial e de compreensão, onde as sextas serão celebradas pelos irmãos islâmicos, o sábado por nossos irmãos judeus, e o domingo celebrada sua missa dos irmãos cristãos.

É esse mundo de compreensão e paz que o mal não quer ver construído, e que todos homens de bom coração (emocionalmente equilibrados), bom espírito (almas inclinadas ao bem) e de boa cabeça (esclarecidas em seus propósitos e racionais) devem lutar para construir.

Lembrando que o mal é estrondoso, mas que o bem caminha em silêncio e sem fazer muito alarde, "assim como um ladrão virei, estejais preparados", disse nosso mestre através de seu escritor da Bíblia, avisando nosso mestre e profeta Jesus a todos que voltaria nos tempos do juízo final, sem fazer muito alarde (sem ser famoso, sem espetáculos), mas que enviaria a mensagem da mesma forma para os bem aventurados e vigilantes espiritualmente falando.

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