Capa A Chave de Davi

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segunda-feira, 16 de abril de 2018

CRISTÃOS SE TORNAM OS GRANDES PATROCINADORES, PARA QUE JUDEUS SE MUDEM PARA ISRAEL


Cristãos evangélicos agora financiam cerca de um terço, de todos os imigrantes que se mudam para Israel; A Irmandade Internacional de Cristãos e Judeus, afirma que já gastou quase US$ 20 milhões em Aliyah desde 2014.
Os fundadores de Israel, que assumiram o compromisso de encorajar a imigração judaica, na declaração de independência, podem se surpreender ao descobrir que, sete décadas depois, o Estado está confiando nos cristãos para cumprir essa promessa.
O que antes era uma missão estritamente financiada por judeus, agora está sendo cada vez mais patrocinada por cristãos evangélicos. Os aliados cristãos de Israel financiam cerca de um terço de todos os imigrantes que se mudam para o país, de acordo com uma contagem da Associated Press.
Os números refletem o relacionamento cada vez mais próximo entre Israel e seus aliados evangélicos cristãos, com quem Israel passou a contar para tudo, desde apoio político a dólares em turismo.
"Após 2000 anos de opressão e perseguição, hoje você tem cristãos que estão ajudando os judeus", disse o rabino Yechiel Eckstein, presidente da Irmandade Internacional de Cristãos e Judeus, um grupo que arrecada dinheiro de cristãos evangélicos para causas judaicas. "Isso é uma coisa incrível.”
Israel há muito tempo depende de comunidades judaicas da diáspora, especialmente nos Estados Unidos, para doações e para influenciar seus governos locais em seu nome. Hoje as comunidades evangélicas, tornam-se cada vez mais importantes.
Instituições de caridade israelenses levantam milhões de dólares de cristãos em todo o mundo e os cristãos evangélicos, somam 13% de todos os turistas em Israel. Uma bancada parlamentar trabalha com legisladores evangélicos em todo o mundo, para promover o apoio ao país.
Os israelenses também podem agradecer aos evangélicos, por ajudar a colocar o presidente Donald Trump, um ardente defensor do governo israelense, na Casa Branca.
"Israel não tem melhores amigos, quero dizer, não há melhores amigos, do que as comunidades cristãs ao redor do mundo", disse o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, em uma cúpula da mídia cristã, em Jerusalém, no ano passado.
Filantropos judeus europeus e americanos defendiam a imigração para Israel, conhecida como "Aliyah", mesmo antes da criação do Estado, em 1948. Após a independência, o governo se associou a grupos judaicos para organizar o transporte aéreo de judeus de países em dificuldades.
O apoio cristão à Aliyah começou em grande parte, com o colapso da União Soviética, e cresceu nos últimos anos à medida que os judeus americanos redirecionaram doações de caridade para causas de nicho. Isso forçou as organizações sem fins lucrativos a ampliar seu grupo de benfeitores.
"Não temos nenhum motivo para não contarmos com ajuda, incluindo doações, de todos os nossos amigos ao redor do mundo, sejam eles judeus ou cristãos", disse Yigal Palmor, porta-voz da Agência Judaica, uma organização sem fins lucrativos de imigração judaica para Israel. Já o Ministério Israelense de Aliyah e Absorção de Imigrantes, afirmou que não tem vínculo com grupos cristãos.
Dos mais de 28.000 judeus que imigraram para Israel, em 2017, pelo menos 8.500 chegaram graças a doações cristãs, de acordo com números oficiais fornecidos pela Fellowship e pela Embaixada Cristã Internacional de Jerusalém, outro grupo proeminente que arrecada dinheiro de evangélicos. A Agência Judaica recebe fundos adicionais, não revelados, de outros doadores cristãos, o que significa que a participação pode ser ainda maior.
Nem todo mundo está satisfeito. Alguns em Israel suspeitam que, o abraço evangélico venha da crença de que o Estado judaico moderno é um precursor do apocalipse, quando Jesus voltar. “Ou os judeus aceitam o cristianismo ou morrerão”.
Os judeus liberais, que compõem a maioria da comunidade judaica americana, ficaram irritados com os laços dos evangélicos, com a direita política, e seu apoio ao empreendimento de assentamento de Israel na Cisjordânia, um importante ponto de discórdia no conflito Israel-Palestina.
Jeremy Ben-Ami, presidente da J. Street, um grupo liberal pró-Israel, em Washington, disse que a comunidade judaica deve estar "cautelosa em receber ajuda, daqueles que estão brincando com nossas vidas para promover seus propósitos religiosos e ideológicos".
O cristianismo evangélico é um dos movimentos religiosos que mais cresce, representando mais de um terço, dos estimados 2 bilhões de cristãos no mundo. Os evangélicos dizem que sua afinidade com Israel, decorre das raízes judaicas do cristianismo. Alguns veem o estabelecimento de Israel como a profecia bíblica, inaugurando uma era messiânica antecipada.
Os judeus também acreditam em uma futura era messiânica, mas não acreditam que Jesus seja o Messias.
O Rabino Eckstein e o Ministro da Imigração Landver recebem novos imigrantes da Ucrânia em 2014
“É uma conexão. É um DNA que remonta à escola dominical e ao seu próprio ser. É um caso de amor, é um romance com uma nação que está conectada ao céu e a terra”, disse Mike Evans, um cristão evangélico que faz parte do conselho consultivo da fé evangélica de Trump.
Nos últimos anos, as suspeitas diminuíram em Israel, graças ao fluxo constante de doações, bem como pelos representantes evangélicos falando sobre o fim dos dias.
Johnnie Moore, porta-voz do conselho da fé, disse que o ceticismo sobre o apoio evangélico era "ignorante" e "ofensivo".
A Irmandade Internacional de Cristãos e Judeus diz que doou US$ 188 milhões para a Agência Judaica, em uma parceria de duas décadas, com o rabino Eckstein sentado no conselho executivo da agência. Mas, depois de divergências sobre como divulgar o apoio da Irmandade, os dois tiveram um desentendimento e a Irmandade saiu por conta própria em 2014.
Seu próprio projeto Aliyah já transportou milhares de judeus para Israel, vindos de 27 países, proporcionando-lhes assistência financeira, além da estendida pelo Estado, bem como treinamento vocacional e assistência com a burocracia local.
A Irmandade disse que gastou quase US$ 20 milhões em Aliyah desde 2014. O rabino afirmou que a organização acredita que grupos financiados por judeus, não estão fazendo o suficiente, particularmente após o conflito na Crimeia.
Cerca de 200 judeus da Ucrânia chegaram ao aeroporto internacional Ben Gurion, em Israel, vestindo camisetas da Fellowship. Eles foram recebidos por estudantes voluntários israelenses, que agitavam bandeiras e cantavam canções folclóricas em hebraico.
Um dos recém-chegados, Serghey Lanovy, disse que não fazia diferença para ele que sua Aliyah fosse financiada por cristãos.
“Religião é religião. Você pode acreditar no que quiser, mas se as pessoas precisarem de ajuda, elas precisam de ajuda”, disse ele.


Comentários de Chester:

Cada vez mais se fortalece a aliança entre judeus e cristãos (e mais tarde os islâmicos) profetizada em Apocalipse, onde no juízo final os três animais (Leão: judeus, Cordeiro: cristãos e Homem: islâmicos)  e mais a Águia: (Império dos EUA que irá fortalecer a Nova Jerusalém, Israel, mulher vestida de sol e futura capital do Governo Único Mundial).

O trecho é o seguinte: 

Apocalipse 4:7 diz: "E o primeiro animal era semelhante a um leão, e o segundo animal semelhante a um bezerro, e tinha o terceiro animal o rosto como de homem, e o quarto animal era semelhante a uma águia voando."





No Livro A Chave de Davi do Deus de Abraão, Chester recebeu a inspiração de que o leão, simbolizava os judeus, o bezerro ou cordeiro os cristãos e o homem os islâmicos. O quarto animal é uma águia que representa os Estados Unidos, país que ajudará a "Mulher vestida de Sol", ou seja o Governo Mundial (Atual ONU, com sede em Nova York) a se estabelecer.

O trecho seguinte profetiza que os 4 animais irão adorar o mesmo Deus, ou seja, os judeus, cristãos e islâmicos além dos Estados Unidos (águia) vão adorar o mesmo Deus de Abraão, como é possível interpretar no apocalipse 4:8-11:

E os quatro animais tinham, cada um de per si, seis asas, e ao redor, e por dentro, estavam cheios de olhos; e não descansam nem de dia nem de noite, dizendo: Santo, Santo, Santo, é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, que era, e que é, e que há de vir.

E, quando os animais davam glória, e honra, e ações de graças ao que estava assentado sobre o trono, ao que vive para todo o sempre,


Os vinte e quatro anciãos prostravam-se diante do que estava assentado sobre o trono, e adoravam o que vive para todo o sempre; e lançavam as suas coroas diante do trono, dizendo:


Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas.



Ou seja cada vez mais nesta época turbulenta de juízo final, os verdadeiros judeus, cristãos e islâmicos seguidores do bem vão se reconhecer cada vez mais como irmãos mesmo seguindo segmentos e tradições religiosas distintas e com visões as vezes conflitantes como é o caso dos judeus e cristãos, onde os primeiros não acreditam que Jesus é o Messias e os segundos acreditam.

Segundo as profecias os Estados Unidos, os judeus, cristãos e islâmicos no fim do juízo final caso o bem vença a disputa entre o bem e o mal irão seguir o mesmo Deus de Abraão e fazer as pazes terminando com milênios de Guerra Santa.

Que toda Glória seja para o nosso Deus de Abraão, Grande Arquiteto do Universo.

Chester. 16.04.2018.

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