* Por Chester Martins
Pelegrini, autor de “A Chave de Davi - o Deus de Abraão” (E-book com
interpretações e comentários de algumas escrituras sagradas: Livro "Do Gênesis" (O princípio), "Apocalipse" (O fim) e algumas
suratas (capítulos) do Corão Sagrado (Escritura dos Islâmicos - uma das religiões abraamicas), vinculadas ao juízo final.
Jesus, um dos maiores profetas da humanidade, resumiu toda a lei de Deus no mandamento: "ame o próximo como a ti mesmo”. Esta mesma frase foi repetida por Moisés (percursor do judaísmo e anterior a Cristo), e reforçada por Maomé (percursor do islamismo, posterior a Jesus). Todos receberam a inspiração do mesmo Deus de Abraão (antecessor de Moisés, Jesus e Maomé, na ordem cronológica). Tal mandamento é o fundamento das religiões abraamicas (judaísmo, cristianismo e islamismo, entre outras).
Parece um “mandamento”
simples, mas não é.
O amor seria obrigatório?
Seríamos nós obrigados a amar a todos até mesmo os desconhecidos?
Amar o próximo na verdade
não seria aquela pessoa próxima (o que está perto ou nos é intimo). A palavra mais adequada seria amar o outro. A princípio poderia parecer que teríamos que amar somente aqueles que fazem parte dos nossos
círculos íntimos, como familiares, amigos e no máximo pessoas com os mesmos
pontos de vista que os nossos.
No Livro “A chave de Davi -
Deus de Abraão” o autor interpreta os livros do Gênesis e do Apocalipse para
tentar desvendar os desígnios divinos para os tempos do juízo final. E o
que este juízo final coletivo da humanidade tem a ver com o mandamento maior do amor ao
próximo - ou aos outros --?
Por que Gênesis? Porque este
livro demonstra as origens, o princípio da humanidade relatadas em histórias representativas. Nele é retratado, por exemplo, o caso dos irmãos Abel e Caim onde um mata o outro
por ciúmes.
Qual o significado mais
sublime de este caso estar nas escrituras? Por que Deus inspirando um dos profetas autores da
Bíblia nos diz que um irmão matou o outro e que os dois tinham profissões diferentes?
Para que Deus colocaria um assassinato logo no começo das escrituras? Deus é
sádico? Ele apoia a violência?
Alguns interpretam que a
violência é algo comum na humanidade, pois: “Até mesmo irmãos se matam desde o
início dos tempos”.
Essa interpretação no nosso
ponto de vista não é a mais correta. Deus coloca um exemplo de homicídio entre
irmãos no Gênesis para justamente alertar a humanidade que o mal que fizermos a
qualquer um da Terra, é o mesmo que matar o próprio irmão.
Um significado mais sublime,
ainda, mostra que Deus dotou as pessoas com diferentes características, e que elas seriam
benéficas para a evolução da própria humanidade.
O fato de Deus demonstrar em
Gênesis que os irmãos Abel e Caim tinham profissões diferentes (um pastor de
ovelhas e o outro caçador) é uma revelação de Deus no sentido de que Ele aprova as
diferenças entre as pessoas.
Deus nos conhece e sabe dos
nossos fatores psicológicos preponderantes. Todos nós, em todo planeta, temos
experiências de vida diferentes, genes diferentes, acontecimentos marcantes
diferentes, amigos diferentes, moramos em locais com culturas diferentes,
religiões diferentes, gostos musicais diferentes, famílias com culturas e
bagagens profissionais diferentes, pontos de vistas políticos diferentes e
assim por diante.
É natural que, com tantas
diferenças, exista na sociedade uma gama quase infinita de gostos, opiniões,
religiões, gostos esportivos, torcidas, opiniões políticas, opiniões
filosóficas, religiosas, morais entre inúmeras outras.
Para acentuar o nível de dificuldade
neste mundo material em que vivemos, os recursos valiosos, tais como: tempo,
dinheiro, atenção, prestígio, entre outros, são escassos e disputados por
pessoas, empresas, instituições, religiões, países, etc., gerando uma verdadeira Torre de Babel. Até no trânsito das cidades as pessoas brigam por espaço e
tempo.
Ou seja, além de todos nós
sermos compostos por ideias e sentimentos diferentes, ainda há um tempero na
disputa por recursos valiosos na arena terrestre, que é simbolizada
metaforicamente pela Torre de Babel, também em Gênesis.
A Torre de Babel significa o
nosso dia a dia nas cidades. Correndo atrás do nosso sustento e através dos
estudos e trabalhos materializando o efetivo sentido da expressão “suor do teu rosto” (com o próprio esforço). É, em
resumo, a disputa e “loucura” do dia a dia.
E Deus não saberia disso
tudo? Deus já sabe que amar o próximo seria difícil, justamente por causa das
diferenças inerentes entre os homens e, também, pelas disputas de todos os tipos.
O “amar o próximo” então
ganha um sentido amplo. Deus quer que, assim como no princípio quando a raça humana
era reduzida, nos vejamos como irmãos e por mais distantes que pareçamos estar, com
culturas e ramificações religiosas, supostamente distintas, todos nós somos irmãos, judeus, cristãos e
islâmicos, já que seguem o mesmo Deus de Abraão.
Amar o próximo é resgatar as
origens. Não é somente um sentimento forçado, ou algo apenas aparente. Deus não
pede que sejamos falsos, nem hipócritas sendo “legais” por fora e ocos por dentro,
com sorrisos amarelos.
Amar o próximo tem um
sentido maior de conscientização, no sentido de que somos todos irmãos em
relação à Árvore da Vida (ramificações genéticas), e também irmãos espirituais
(criados por Deus na mesma essência espiritual).
A humanidade inteira é irmã
de sangue (genética) e de alma (espírito).
Amar o próximo é retornar às
origens. É entender que, por mais disputado que seja o dia a dia, aquele que
está disputando conosco é, no fim das contas, nosso irmão. Ainda que sejamos
desconhecidos. Essa pessoa desconhecida também é seu irmão. Ela também tem
família, amigos e é filha do mesmo Deus que você.
Mas uns podem pensar: "como
irei amar desconhecidos se eles não estão nem aí para mim?"
Deus não se importa se esse
seu amor será correspondido. No momento em que você encontra a iluminação do
entendimento repassado pelas escrituras, é natural que você se apaixone por
toda a humanidade, pois saberá a verdade e as trevas irão se dissipar, não
forçadamente mas, pelo entendimento e iluminação espiritual.
As escrituras contém a sabedoria divina que protege as pessoas do mal. Por isso que Satanás tenta afastar as pessoas das religiões e das escrituras, pois elas trazem o verdadeiro entendimento espiritual. É o alimento para a alma e fortaleza para o espírito (alma, parte imaterial da pessoa)
As escrituras contém a sabedoria divina que protege as pessoas do mal. Por isso que Satanás tenta afastar as pessoas das religiões e das escrituras, pois elas trazem o verdadeiro entendimento espiritual. É o alimento para a alma e fortaleza para o espírito (alma, parte imaterial da pessoa)
A mentira que Satanás
invoca, justificada pelas diferenças, é que é necessário eliminar os
diferentes. O Mal existe e ele tenta nos dominar no sentido de dividir a
humanidade de todas as formas. Satanás cria sempre trincheiras, doutrinas onde
a eliminação final é proposta como “solução”.
Com esse entendimento,
valioso, em mãos, conseguimos identificar todas as doutrinas, ideologias e
movimentos religiosos terroristas que são utilizados pelas forças das trevas (conscientes
ou inconscientes, afinal, o mal também se utiliza de pessoas bem intencionadas, que
acreditam estar fazendo o bem, mas são peças nas engrenagens do mal).
Por exemplo, o comunismo
pregava a “eliminação dos ricos”. Algumas doutrinas eugenistas pregavam a “eliminação
dos pobres”. O nazismo pregava a “eliminação dos mais fracos”. Movimentos
jihadistas terroristas islâmicos preveem a “eliminação dos judeus”. Movimentos
radicais cristãos pregavam a eliminação dos “infiéis” (islâmicos) e assim por
diante, eliminação, eliminação, eliminação... A palavra de ordem das trevas é “eliminar”.
Assim, conseguimos
identificar, claramente, quando forças das trevas estão atuando. Deus não é a
favor de eliminar ninguém. Toda vez que a “solução” proposta é a “eliminação”
do diferente, pode ter certeza que o “sinal da besta” está atuando. O sinal da
besta é o símbolo com a mão e sinal de superioridade convocando seus seguidores
a eliminação, assim como interpretado no livro a Chave de Davi[1].
Muitos também exageram o
sentido de amar o próximo, como se fosse uma renúncia à própria autodefesa e ao
próprio amor próprio. Há exceções no comando “amar ao próximo”.
Se uma pessoa, um grupo ou
uma nação inteira está dominado pela loucura, ódio, sadismo, etc., a pessoa
vítima da violência, ou o grupo, tem todo o direito de se proteger.
Amar o próximo não é uma
renúncia a qualquer tipo de violência. Existe a legítima defesa, como uma medida excepcionalíssima. Nós temos que
amar o próximo mas, se um louco ou um bandido, ainda que seja seu irmão, tente
te matar, você tem todo o direito de se defender, sabendo que todo excesso será
punido e julgado por Deus se a sua defesa era, realmente, necessária.
Amar ao próximo, portanto,
não significa deixar o próximo te fazer um mal injusto (há males justos, como os narrados na ocorrência de legítima defesa). E mesmo que num caso
extremo de legítima defesa, você tenha que matar alguém que está tentando tirar
sua vida, saiba que ele é seu irmão espiritual.
Da mesma forma, num sentido amplo, havendo um grupo
terrorista violento, a humanidade tem o dever de impedir que este grupo
cresça e venha tentar dominar o mundo.
Amar o próximo é, portanto, mais complexo pois, para salvar a humanidade pode ser necessário matar os “próximos”
que estejam praticando um mal maior.
Assim como as forças aliadas mataram os nazistas, eles o fizeram por “amor ao próximo” pois, naquele momento, deixar que um regime das trevas dominasse o mundo, causaria um mal ainda maior para toda a humanidade.
Assim como as forças aliadas mataram os nazistas, eles o fizeram por “amor ao próximo” pois, naquele momento, deixar que um regime das trevas dominasse o mundo, causaria um mal ainda maior para toda a humanidade.
Da mesma maneira que um
policial pode ter necessidade de matar um bandido que, por exemplo, faz um inocente refém, “amar o
próximo” neste caso é salvar a vida de um inocente e, infelizmente, tirar a vida
do “próximo”, por mais que amemos, ou deveríamos amar, todas as pessoas.
Como a vida é complexa, e
muitos acham o mandamento “amar o próximo” abstrato demais, muitos preferem dar
as costas para as escrituras e viver do jeito que preferem, sem se preocupar com
isso.
Mas, por mais que a vida nos
imponha dilemas religiosos, morais entre outros, temos que investigar, estudar,
repensar e mudar de opinião se for o caso. Jesus disse que temos que investigar
e usar nossa consciência ao máximo, até quando estudamos as escrituras para,
realmente, chegarmos à essência do que está escrito.
“Amar o próximo” é um
mandamento por excelência pois leva, àquele que chegou a sua exata compreensão, à uma elevação espiritual sem tamanho. A pessoa passa a simplesmente amar toda a
humanidade. A palavra “inimigo” some por completo.
A pessoa vê que, por mais
diferenças aparentes, somos todos irmãos de alma e de sangue. Com isso, temos um
amor amplo e não mais restrito. A maior parte das pessoas está presa a um amor
restrito. Ela ama no máximo seus familiares e amigos. Mas Deus quer que
evoluamos espiritualmente e que toda a humanidade se reconheça mutuamente como
irmãos, deixando de lado seus pontos de vista restritos, acreditando que só o
próprio lado está certo.
Nas religiões, por exemplo,
muitos judeus acham que são iluminados e os cristãos e islâmicos estariam nas
trevas. Os cristãos fundamentalistas acham, por sua vez, serem os únicos iluminados e,
que os que não seguem Cristo, como os judeus e islâmicos, os “perdidos para
sempre”. Os islâmicos, por sua vez, acham que os judeus e cristãos se
desvirtuaram e que eles é que possuem o “verdadeiro caminho”. Nessa visão, todos
se acham iluminados ao mesmo tempo e todos condenam o próximo às trevas. Isso
não é “amar o próximo”.
Deus quer que amemos o
próximo no sentido de ver os outros com o ponto de vista deles próprios. Todos
se sentem iluminados. Amar o próximo é ver o próximo como iluminado. Ainda que
ele tenha uma religião diferente, moral diferente, seja de um país diferente,
seja politicamente e ideologicamente diferente. Amar o próximo significa que um
judeu deve ver um cristão e um islâmico como um irmão, e assim por diante.
Quando toda humanidade
deixar de se apegar aos próprios pontos de vista, esse mandamento do “amar o
próximo” irá reinar com a glória de Deus. As pessoas não irão mais se acharem “as
iluminadas” e ver os outros como nas “trevas”. Será nesse momento que a paz que
Jesus profetizou irá governar o mundo (Não Jesus que irá governar pessoalmente por 1.000 anos mas, a paz que
ele profetizou e que está nas escrituras, no Apocalipse).
O sentido amplo do “amar o
próximo” é elevar toda a humanidade para que essas doutrinas das trevas sucumbam, retirando a falsa sensação de superioridade de uns e o impulso instintivo maligno de “eliminação do
próximo”. Tudo que o autor escreveu parece um pouco óbvio mas, não é.
A doutrina de Deus é “amar o
próximo”. Isso significa respeitar o ponto de vista do próximo. Integrar-se ao
próximo. Conviver com o próximo. Unir-se ao próximo. Comungar com o próximo. O
mandamento das trevas é “eliminar o próximo”. Se o mandamento de Deus é amar o próximo o das trevas é logicamente o oposto, ou seja: eliminar o próximo. Eliminar, não só no sentido de
matar mas, de destruir seu ponto de vista. Eliminar o próximo pode ser, também, ignorar
seu ponto de vista, ignorar sua religião diferente, ignorar tudo que se refere
ao próximo, desprezando-o totalmente.
Deus sabe que nós temos uma
tendência instintiva de nos aproximarmos dos que são parecidos conosco. Gostamos de
pessoas da mesma região que nascemos, com os mesmos costumes, mesma classe
social, que torce pelo mesmo time, que gosta das mesmas comidas e, se possível, ter até o mesmo sotaque que o nosso. Por incrível que pareça, até o jeito diferente de falar incomoda
alguns.
Os seres humanos, nesse
sentido, com o perdão da palavra, são uns tremendos relapsos. Não dá para “amar o
próximo” sem fazer um mínimo de esforço. Isso porquê na comodidade preferimos o
que nos é íntimo, preferimos pessoas com o máximo de afinidades possíveis.
E o que o mandamento por
excelência do Deus de Abraão “amar o próximo” tem a ver com o juízo final
descrito no Apocalipse?
Tem tudo a ver, porquê no Apocalipse se trata exatamente do tema juízo final coletivo da humanidade. Para que o bem vença
a batalha do juízo final toda a humanidade precisa evoluir seus atributos, morais
e espirituais e, esse mandamento chave, é essencial neste objetivo.
A era das trevas corresponde,
justamente, a incapacidade dos que não compreenderam, em todo seu significado, o ensinamento “amar o próximo”
trazido pelos profetas Moisés (Judaísmo), Jesus (Cristianismo) e Maomé (Islamismo).
Na era das Trevas, ou era da
Besta, ou ainda da Ave imunda, (Império das Águias, no Livro a Chave de Davi),
todos ficam se vendo como iluminados e condenando os outros às trevas.
Esse é um dos fundamentos da mentira de Satanás que eleva a moral dos equivocados fazendo com que todos eles se achem "iluminados" e se combatam ao mesmo tempo, originando inclusive as chamadas guerras "santas" entre Judeus, Cristãos e Islâmicos, o que culminaria com o Juízo Final que, segundo entendemos, na verdade está em andamento (ainda que as escrituras revelem que ninguém saberia quando ocorreria o juízo final é interessante, contudo, tentar calcular uma possível data desta ocorrência, por motivos teológicos).
Esse é um dos fundamentos da mentira de Satanás que eleva a moral dos equivocados fazendo com que todos eles se achem "iluminados" e se combatam ao mesmo tempo, originando inclusive as chamadas guerras "santas" entre Judeus, Cristãos e Islâmicos, o que culminaria com o Juízo Final que, segundo entendemos, na verdade está em andamento (ainda que as escrituras revelem que ninguém saberia quando ocorreria o juízo final é interessante, contudo, tentar calcular uma possível data desta ocorrência, por motivos teológicos).
Segundo as
escrituras, Satanás seria descoberto
justamente nessa mentira essencial nos tempos do juízo final.
Satanás “não mais enganaria
a humanidade” estaria isso escrito no Apocalipse? O que isso quer dizer? Quer dizer
que a humanidade entenderia e aplicaria, na prática, o mandamento maior do “amar
ao próximo como a ti mesmo” e conviveriam todos em paz, em um único Governo Mundial, onde todas
as religiões se respeitariam. Ainda que pequenas disputas possam ocorrer mas, o conflito em sentido amplo e generalizado, cessaria.
Para alguns, esse governo único seria utilizado pelo Anticristo. Não tem nada a ver com um
Anticristo. O Governo Mundial não é do mal, é um Governo neutro.
No Apocalipse, o que é profetizado é que Satanás iria tentar utilizar essa estrutura para destruir o "Reino nascente da Nova Jerusalém". Na visão do autor, este reino seria objeto de uma tentativa de destruição por parte do Dragão/Satanás, representado na parábola da "Mulher para parir" que seria perseguida por ele (O Dragão).
No Apocalipse, o que é profetizado é que Satanás iria tentar utilizar essa estrutura para destruir o "Reino nascente da Nova Jerusalém". Na visão do autor, este reino seria objeto de uma tentativa de destruição por parte do Dragão/Satanás, representado na parábola da "Mulher para parir" que seria perseguida por ele (O Dragão).
Na verdade, o mal tenta se
utilizar de todos os recursos para dividir e enganar as pessoas. O mal utiliza
o amor das pessoas pela própria religião para matar os das outras. Utiliza o
amor pelo país (nacionalismo) para derramar sangue inocente (de pessoas de
outros países) e, assim por diante.
Pois bem, o mal se utiliza,
inclusive, do amor para fazer o mal. Mas, um amor em sentido restrito. Quem diria
a você leitor ou imaginaria ouvir que até o amor pode levar ao mal?
É isso mesmo. O amor quando é restrito pode levar ao mal. Um "bandido" por amar demais o próprio filho necessitado pode fazer o mal a “estranhos” para obter “comida”. Um judeu, cristão ou islâmico (todos filhos da luz do Deus de Abraão, o único Deus verdadeiro e universal), que ame demais sua religião, pode ser levado a matar pessoas de outra religião.
É isso mesmo. O amor quando é restrito pode levar ao mal. Um "bandido" por amar demais o próprio filho necessitado pode fazer o mal a “estranhos” para obter “comida”. Um judeu, cristão ou islâmico (todos filhos da luz do Deus de Abraão, o único Deus verdadeiro e universal), que ame demais sua religião, pode ser levado a matar pessoas de outra religião.
O amor também cega as pessoas.
Se a pessoa ama demais algo, como um time de futebol, uma religião, um partido
político, uma ideologia, um ideal, ela é capaz de morrer e matar por eles.
Satanás conhece profundamente a natureza humana e se utiliza de todos os recursos
para enganar e mentir com o objetivo de destruir os planos divinos.
Existem instituições
secretas e, também, abertas, todas atuando através das forças das trevas.
Mas, no Juízo Final, toda a
humanidade será julgada e uma das medidas utilizadas pelo Criador, será por meio deste mandamento: “amar o próximo como a ti mesmo”, que corresponde ao amor amplo, não o restrito que
acha que só os mais próximos são iluminados e os outros estariam nas trevas.
Quando a humanidade entender
e aplicar essa verdadeira luz espiritual, nosso mundo irá resplandecer com um
brilho espiritual sem tamanho. Pessoas de diferentes religiões, nações poderão
se ver como irmãos desfazendo milênios de reinos das trevas (reino da besta) que
cegou a humanidade por vários tempos.
Mas, uma humanidade evoluída espiritualmente não será mais enganada. É o que desejamos para esses tempos difíceis que estamos vivendo e que já podem estar pertencendo ao juízo final.
Segundo o autor interpreta, na obra citada, o juízo final já se estende desde o ano de 1095 D.c. e se findaria em meados do Século XXIV, aproximadamente nos anos 2355 D.c..Prazo final revelado por Deus, segundo o Apocalipse, para a humanidade evoluir, ou ser completamente destruída por ela mesma.
Mas, uma humanidade evoluída espiritualmente não será mais enganada. É o que desejamos para esses tempos difíceis que estamos vivendo e que já podem estar pertencendo ao juízo final.
Segundo o autor interpreta, na obra citada, o juízo final já se estende desde o ano de 1095 D.c. e se findaria em meados do Século XXIV, aproximadamente nos anos 2355 D.c..Prazo final revelado por Deus, segundo o Apocalipse, para a humanidade evoluir, ou ser completamente destruída por ela mesma.
No final do Apocalipse (Revelação) é dito que não haveriam mais templos (Igrejas, Sinagogas, Mesquitas, etc.) (Apoc: 21:22 "E nela não vi templo, porque o seu templo é o Senhor Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro").
Isto quer dizer que todas religiões não precisarão mais de templos, quando todos entenderem o maior dos mandamentos que é o "ame o próximo como a ti mesmo". Repetimos, em sentido amplo e não mais de forma restrita como tem sido interpretado até hoje por uma grande maioria dos seres humanos e, infelizmente, até por líderes religiosos.
Paz e união a todos os irmãos. Integração, convivência e coexistência. Uma verdade possível, dentro da vontade divina.
Paz e união a todos os irmãos. Integração, convivência e coexistência. Uma verdade possível, dentro da vontade divina.

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