Qual o significado do Apocalipse e do Juízo Final Coletivo[1]?
Fim do mundo ou começo de um novo mundo?*
*Por Chester Martins Pelegrini
(Autor do Livro: A Chave de Davi, o Deus de Abraão: O Reino Milenar de Jesus
após o Juízo Final; 1095-2355).
Há muito mistério em torno do livro do Apocalipse, o último
livro do Novo Testamento (ou Segundo Testamento do Deus de Abraão aos Cristãos[2]).
Alguns acreditam que se trataria do fim do mundo, outros um
período de provas. Em relação ao tempo é descrito que ninguém saberia ao certo
quando ocorreria.
Qual a principal mensagem descrita nesse livro misterioso?
O Livro “A Chave de Davi, o Deus de Abraão: O Reino Milenar
de Jesus após o Juízo Final”[3]
tenta decifrar um dos livros mais enigmáticos da Bíblia.
Na opinião do Autor[4]
o Apocalipse é uma revelação. Trata-se de um período longo de provas da
humanidade entre a Besta que é o símbolo do mal
(Satanás/Lúcifer/Baphomet/Principe da Luz/Serpente/Bode/etc...) e entre os
filhos da Luz seguidores do Deus de Abraão (Judeus, Cristãos e Islâmicos entre
outros).
O autor interpreta para isso os livros do Gênesis, Apocalipse
e algumas suratas do Corão. Segundo o autor o juízo final se estenderia do ano
de 1095 (primeiro “pisarão na cidade santa” descrito no próprio Apocalipse, somados
aos anos profetizados que nas contas do autor dá o ano de 2355). Com isso o
Juízo final seria uma guerra “santa”[5]
envolvendo judeus, cristãos e islâmicos do ano 1095 ao ano 2355.
Seria nesse extenso período de tempo que o Juízo Final
Coletivo da humanidade se estenderia. Alguns entendem que o Juízo Final seria
referente a acontecimentos do passado, envolvendo o império romano, mas o autor
interpreta que os acontecimentos ainda estão ocorrendo devido aos fundamentos
encontrados, como por exemplo, a fundação de um Governo Único Mundial com sede
em Jerusalém (Nova Jerusalém com os atributos celestiais como Paz e Amor) que
ainda nunca existiu e o fato do quarto cavaleiro do Apocalipse (quarta guerra
mundial ainda por vir) dizimar um terço da humanidade. Até o momento não
existiu uma guerra que dizimasse 1/3 da humanidade e nem um Governo Único
Mundial (GUM), portanto, o autor acredita piamente que a tese de que os
acontecimentos ainda estão acontecendo é muito embasada teologicamente nas
próprias escrituras.
A mensagem do Juízo Final seria uma mensagem de reconciliação
da humanidade para o estabelecimento do Reino de Jesus na Terra. O Reino de
Jesus de 1.000 anos não significa que toda a humanidade irá seguir Cristo, mas
que a paz que Jesus profetizou seria alcançada em toda a Terra após o
estabelecimento de um Governo Único Mundial (GUM) que desarmaria todos os
exércitos da Terra.
O “Reino da Besta” simboliza segundo o autor a “Era das
nações” ou como escreve no livro “Império das Águias”. O que seria isso?
Significa a era das trevas onde a humanidade lutaria entre si
derramando sangue de inocentes por anos e séculos, para a glória de Satanás
desde a Antiguidade. Na antiguidade cidades guerreavam contra cidades, na idade
média, castelos contra castelos, na era atual “moderna” países contra países,
numa era futura possivelmente guerras entre blocos de países, até culminar o
fim da data do juízo final (ano 2355) onde Deus daria um prazo fatal para a
humanidade evoluir espiritualmente (religiosalmente/imaterialmente/atributos
morais da humanidade) em estabelecer um Reino de Deus na Terra, com sede em
Jerusalém, sob pena da própria humanidade se autodestruir devido a evolução da
árvore do conhecimento (ramificações científicas) devidos a descobertas
científicas tais como a “espada flamejante que se revolvia” (Bombas Atômicas:
Genesis).
O Juízo Final seria um período de provas, em que se o Bem
vencer, os filhos da Luz: judeus, cristãos e islâmicos (simbolizados no
apocalipse pelos animais do sonho/revelação de João: Leão; judeus, Cordeiro;
cristãos e Homem; Islâmicos) iriam se reconciliar como irmãos, desfazendo a
mentira de Satanás que justifica a guerra “santa” onde cada um dos
participantes veria a si próprio como “do bem” enquanto enxergaria os outros
irmãos como “do mal”.
Essa seria a grande farsa do Príncipe das Trevas, mergulhar
os seguidores da Luz do Deus de Abraão numa guerra santa infinita em que todos
se matariam acreditando estarem fazendo o bem ainda.
A Revelação do Apocalipse ainda revela que a grande farsa do
mal em dividir a humanidade em países diferentes e fazer os seguidores da Luz
se odiarem sem necessidade (com fins de derramamento de sangue) iria cessar,
onde também os filhos da Luz do Deus Universal de Abraão também seriam
esclarecidos que seguem o mesmo Deus de Abraão.
A questão também envolve o Monte do Templo que segundo o
apocalipse teria que ser dividido cordialmente entre judeus, cristãos e
islâmicos, onde haveria uma Igreja Matriz, Um Templo Judaico (Terceiro Templo
Judaico) e a Mesquita (que já está no local e seria preservada).
No apocalipse é dito que os filhos da Luz (Leão, Cordeiros e
Homens) iriam seguir o mesmo Deus e se reconhecerem definitivamente como irmãos
espirituais.
Com isso Satanás teria pouco tempo e tentaria a todo custo propagar
sua mentira e desfazer o Governo Único Mundial (descrita no apocalipse como
mulher prestes a dar a Luz: simboliza segundo o autor o Reino de Deus/Governo
Único Mundial prestes a ser implementado acabando com a anarquia das trevas
entre as nações.
A Águia representaria a Nação da Águia (atual Estados Unidos)
que daria suporte a mulher (Reino Mundial de Deus da Nova Jerusalém).
Ao final do apocalipse não estaria o “fim dos tempos” como
alguns interpretam. No final é descrito que surgiria uma nova humanidade, muito
mais evoluída espiritualmente.
Portanto o apocalipse não seria o “fim da humanidade”, mas na
verdade o começo de uma nova era após a passagem dos quatro cavaleiros do
apocalipse (quatro grandes guerras mundiais; primeiro cavaleiro branco:
ausência da ONU, segundo cavaleiro vermelho: Nazismo e Comunismo, doutrinas
vermelhas, terceiro cavaleiro preto: terceira guerra mundial entre Judeus e
Islâmicos devido ao impasse do Estado de Israel, e Estado Islâmico; quarto
cavaleiro amarelo, guerra nuclear que dizimará 1/3 da humanidade segundo
interpretações do autor).
É importante salientar que os 4 cavaleiros estão associados
ao estabelecimento do governo mundial. O Primeiro cavaleiro passou devido a
falta de uma instituição global de paz, o segundo cavaleiro vermelho (bandeiras
nazistas e comunistas são vermelhas) queriam instalar um governo mundial
nazista e comunista. Assim as guerras mundiais serão todas envolvendo a criação
do Governo Único Mundial (mulher para dar a luz).
É importante também tanto para os indivíduos quanto para as
instituições principalmente as religiosas que utilizem na prática os
ensinamentos de Jesus, tais como o perdão e o amor ao próximo (e em certo
sentido a todos, não só os próximos) principalmente nos dias em que podemos
estar vivendo o próprio juízo final ou apocalipse. Pois são com os fundamentos
espirituais que os profetas trouxeram (Moisés, Jesus e Maomé principalmente,
entre outros com Kardec e Bahaluá) é que será fundamentada a Nova Terra (da
Nova Jerusalém, “coluna do templo”). Todos aqueles seguidores da Luz (judeus,
cristãos e islâmicos) que evoluírem espiritualmente e se enxergarem uns aos
outros como verdadeiros irmãos, optando pelo bem, e a jihad (interna) contra o
mal, renegando ser enganado pelas trevas, que ilude a todos achando que “eu sou
do bem e os outros são do mal” todos aqueles que seguem a Luz deverão se abster
de praticar o mal ao seu irmão.
Desta forma conclui-se que o Apocalipse não é o fim, mas um
período turbulento para um novo começo para a humanidade caso o bem vença no
final e cada um de nós entrará nessa conta com nossas contribuições (boas ou
más) para toda a humanidade por maior ou menor que elas sejam, todos nós
seremos julgados por Deus por essas ações seguindo o nosso livre arbítrio para
fazer o bem ou o mal.
[1]
O autor entende que existe um juízo final pessoal (após a morte de cada pessoa)
e o juízo final descrito no apocalipse é o juízo final coletivo de toda
humanidade, onde cada ação boa ou má somada de toda humanidade, inclinaria a
humanidade para a predominância do bem ou do mal.
[2]
O autor entende que o evangelho eterno do Deus de Abraão é composto no mínimo
de três escrituras sagradas: O primeiro testamento do Deus de Abraão aos judeus
(Torah ou Antigo Testamento), o segundo testamento do Deus de Abraão aos
cristãos (Bíblia ou Novo Testamento) e o terceiro testamento do Deus de Abraão
aos islâmicos (Corão Sagrado).
[3]
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[4]
Chester Martins Pelegrini.
[5]
Na verdade não há nada de Santo nessa Guerra, mas apenas Satanás iludindo os
filhos da Luz para permanecerem nas Trevas e enganados acreditando estarem
certos enquanto matam em nome de Deus cometendo o maior dos pecados segundo as
próprias escrituras.

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