Capa A Chave de Davi

Capa A Chave de Davi

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Qual o significado do Apocalipse e do Juízo Final Coletivo? Fim do mundo ou começo de um novo mundo?

Qual o significado do Apocalipse e do Juízo Final Coletivo[1]? Fim do mundo ou começo de um novo mundo?*
*Por Chester Martins Pelegrini (Autor do Livro: A Chave de Davi, o Deus de Abraão: O Reino Milenar de Jesus após o Juízo Final; 1095-2355).

Há muito mistério em torno do livro do Apocalipse, o último livro do Novo Testamento (ou Segundo Testamento do Deus de Abraão aos Cristãos[2]).

Alguns acreditam que se trataria do fim do mundo, outros um período de provas. Em relação ao tempo é descrito que ninguém saberia ao certo quando ocorreria.

Qual a principal mensagem descrita nesse livro misterioso?

O Livro “A Chave de Davi, o Deus de Abraão: O Reino Milenar de Jesus após o Juízo Final”[3] tenta decifrar um dos livros mais enigmáticos da Bíblia.
Na opinião do Autor[4] o Apocalipse é uma revelação. Trata-se de um período longo de provas da humanidade entre a Besta que é o símbolo do mal (Satanás/Lúcifer/Baphomet/Principe da Luz/Serpente/Bode/etc...) e entre os filhos da Luz seguidores do Deus de Abraão (Judeus, Cristãos e Islâmicos entre outros).

O autor interpreta para isso os livros do Gênesis, Apocalipse e algumas suratas do Corão. Segundo o autor o juízo final se estenderia do ano de 1095 (primeiro “pisarão na cidade santa” descrito no próprio Apocalipse, somados aos anos profetizados que nas contas do autor dá o ano de 2355). Com isso o Juízo final seria uma guerra “santa”[5] envolvendo judeus, cristãos e islâmicos do ano 1095 ao ano 2355.
Seria nesse extenso período de tempo que o Juízo Final Coletivo da humanidade se estenderia. Alguns entendem que o Juízo Final seria referente a acontecimentos do passado, envolvendo o império romano, mas o autor interpreta que os acontecimentos ainda estão ocorrendo devido aos fundamentos encontrados, como por exemplo, a fundação de um Governo Único Mundial com sede em Jerusalém (Nova Jerusalém com os atributos celestiais como Paz e Amor) que ainda nunca existiu e o fato do quarto cavaleiro do Apocalipse (quarta guerra mundial ainda por vir) dizimar um terço da humanidade. Até o momento não existiu uma guerra que dizimasse 1/3 da humanidade e nem um Governo Único Mundial (GUM), portanto, o autor acredita piamente que a tese de que os acontecimentos ainda estão acontecendo é muito embasada teologicamente nas próprias escrituras.

A mensagem do Juízo Final seria uma mensagem de reconciliação da humanidade para o estabelecimento do Reino de Jesus na Terra. O Reino de Jesus de 1.000 anos não significa que toda a humanidade irá seguir Cristo, mas que a paz que Jesus profetizou seria alcançada em toda a Terra após o estabelecimento de um Governo Único Mundial (GUM) que desarmaria todos os exércitos da Terra.
O “Reino da Besta” simboliza segundo o autor a “Era das nações” ou como escreve no livro “Império das Águias”. O que seria isso?
Significa a era das trevas onde a humanidade lutaria entre si derramando sangue de inocentes por anos e séculos, para a glória de Satanás desde a Antiguidade. Na antiguidade cidades guerreavam contra cidades, na idade média, castelos contra castelos, na era atual “moderna” países contra países, numa era futura possivelmente guerras entre blocos de países, até culminar o fim da data do juízo final (ano 2355) onde Deus daria um prazo fatal para a humanidade evoluir espiritualmente (religiosalmente/imaterialmente/atributos morais da humanidade) em estabelecer um Reino de Deus na Terra, com sede em Jerusalém, sob pena da própria humanidade se autodestruir devido a evolução da árvore do conhecimento (ramificações científicas) devidos a descobertas científicas tais como a “espada flamejante que se revolvia” (Bombas Atômicas: Genesis).

O Juízo Final seria um período de provas, em que se o Bem vencer, os filhos da Luz: judeus, cristãos e islâmicos (simbolizados no apocalipse pelos animais do sonho/revelação de João: Leão; judeus, Cordeiro; cristãos e Homem; Islâmicos) iriam se reconciliar como irmãos, desfazendo a mentira de Satanás que justifica a guerra “santa” onde cada um dos participantes veria a si próprio como “do bem” enquanto enxergaria os outros irmãos como “do mal”.

Essa seria a grande farsa do Príncipe das Trevas, mergulhar os seguidores da Luz do Deus de Abraão numa guerra santa infinita em que todos se matariam acreditando estarem fazendo o bem ainda.

A Revelação do Apocalipse ainda revela que a grande farsa do mal em dividir a humanidade em países diferentes e fazer os seguidores da Luz se odiarem sem necessidade (com fins de derramamento de sangue) iria cessar, onde também os filhos da Luz do Deus Universal de Abraão também seriam esclarecidos que seguem o mesmo Deus de Abraão.

A questão também envolve o Monte do Templo que segundo o apocalipse teria que ser dividido cordialmente entre judeus, cristãos e islâmicos, onde haveria uma Igreja Matriz, Um Templo Judaico (Terceiro Templo Judaico) e a Mesquita (que já está no local e seria preservada).

No apocalipse é dito que os filhos da Luz (Leão, Cordeiros e Homens) iriam seguir o mesmo Deus e se reconhecerem definitivamente como irmãos espirituais.

Com isso Satanás teria pouco tempo e tentaria a todo custo propagar sua mentira e desfazer o Governo Único Mundial (descrita no apocalipse como mulher prestes a dar a Luz: simboliza segundo o autor o Reino de Deus/Governo Único Mundial prestes a ser implementado acabando com a anarquia das trevas entre as nações.

A Águia representaria a Nação da Águia (atual Estados Unidos) que daria suporte a mulher (Reino Mundial de Deus da Nova Jerusalém).

Ao final do apocalipse não estaria o “fim dos tempos” como alguns interpretam. No final é descrito que surgiria uma nova humanidade, muito mais evoluída espiritualmente.

Portanto o apocalipse não seria o “fim da humanidade”, mas na verdade o começo de uma nova era após a passagem dos quatro cavaleiros do apocalipse (quatro grandes guerras mundiais; primeiro cavaleiro branco: ausência da ONU, segundo cavaleiro vermelho: Nazismo e Comunismo, doutrinas vermelhas, terceiro cavaleiro preto: terceira guerra mundial entre Judeus e Islâmicos devido ao impasse do Estado de Israel, e Estado Islâmico; quarto cavaleiro amarelo, guerra nuclear que dizimará 1/3 da humanidade segundo interpretações do autor).

É importante salientar que os 4 cavaleiros estão associados ao estabelecimento do governo mundial. O Primeiro cavaleiro passou devido a falta de uma instituição global de paz, o segundo cavaleiro vermelho (bandeiras nazistas e comunistas são vermelhas) queriam instalar um governo mundial nazista e comunista. Assim as guerras mundiais serão todas envolvendo a criação do Governo Único Mundial (mulher para dar a luz).

É importante também tanto para os indivíduos quanto para as instituições principalmente as religiosas que utilizem na prática os ensinamentos de Jesus, tais como o perdão e o amor ao próximo (e em certo sentido a todos, não só os próximos) principalmente nos dias em que podemos estar vivendo o próprio juízo final ou apocalipse. Pois são com os fundamentos espirituais que os profetas trouxeram (Moisés, Jesus e Maomé principalmente, entre outros com Kardec e Bahaluá) é que será fundamentada a Nova Terra (da Nova Jerusalém, “coluna do templo”). Todos aqueles seguidores da Luz (judeus, cristãos e islâmicos) que evoluírem espiritualmente e se enxergarem uns aos outros como verdadeiros irmãos, optando pelo bem, e a jihad (interna) contra o mal, renegando ser enganado pelas trevas, que ilude a todos achando que “eu sou do bem e os outros são do mal” todos aqueles que seguem a Luz deverão se abster de praticar o mal ao seu irmão.
Desta forma conclui-se que o Apocalipse não é o fim, mas um período turbulento para um novo começo para a humanidade caso o bem vença no final e cada um de nós entrará nessa conta com nossas contribuições (boas ou más) para toda a humanidade por maior ou menor que elas sejam, todos nós seremos julgados por Deus por essas ações seguindo o nosso livre arbítrio para fazer o bem ou o mal.




[1] O autor entende que existe um juízo final pessoal (após a morte de cada pessoa) e o juízo final descrito no apocalipse é o juízo final coletivo de toda humanidade, onde cada ação boa ou má somada de toda humanidade, inclinaria a humanidade para a predominância do bem ou do mal.
[2] O autor entende que o evangelho eterno do Deus de Abraão é composto no mínimo de três escrituras sagradas: O primeiro testamento do Deus de Abraão aos judeus (Torah ou Antigo Testamento), o segundo testamento do Deus de Abraão aos cristãos (Bíblia ou Novo Testamento) e o terceiro testamento do Deus de Abraão aos islâmicos (Corão Sagrado).
[3] Disponível a venda na Amazon em português: Livro "A Chave de Davi" a venda na Amazon (Clique aqui)
[4] Chester Martins Pelegrini.
[5] Na verdade não há nada de Santo nessa Guerra, mas apenas Satanás iludindo os filhos da Luz para permanecerem nas Trevas e enganados acreditando estarem certos enquanto matam em nome de Deus cometendo o maior dos pecados segundo as próprias escrituras.


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.