11:1
E ERA toda a terra de uma mesma língua e de uma mesma fala.
Isto mostra que no começo dos tempos
todos eram muito parecidos, mas foram se diferenciando e distinguindo, não só
em relação às línguas, mas as características físicas (orientais, negros,
brancos, etc...) foram se dividindo também o que demonstra que somos todos
irmãos e quanto mais evoluída (sabedoria) a pessoa for (tiver) mais verá
igualdade entre os diferentes e vice versa. Essa história simboliza que devemos
respeitar as diferenças existentes (nações, línguas, raças, origem, sexo e
opção sexual) por que por mais bizarras as posições dos que são diferentes de
nós, para eles fazem sentido. O direito da personalidade da pessoa esgota-se na
própria pessoa, desde que não afetem a outros pertencem a ela mesma. Por
exemplo, se eu desejo seguir uma religião, a minha opção se esgota neste
instante, o direito já foi satisfeito. Escolher qual religião ou qualquer outra
coisa como a profissão a seguir, por exemplo, é uma opção estritamente pessoal.
Forçar outras pessoas a ter o nosso próprio ponto de vista trata-se de uma
força, uma coação e, portanto um mal. Deus nos deu livre arbítrio para as
pessoas e o preza muito, pois quer que as pessoas escolham livremente amá-lo e
segui-lo ou não e da forma que quiserem, pois Deus preza a verdade e não a
hipocrisia, Deus quer saber de que lado estamos e quer que o façamos
voluntariamente. As diferenças que para o homem são tão difíceis de serem
administradas, para Deus constitui uma riqueza.
Diferenças de características físicas humanas, símbolos de
diferentes profissões e diversas culinárias.
11:2
E aconteceu que, partindo eles do oriente, acharam um vale na terra de Sinar; e
habitaram ali.
11:3
E disseram uns aos outros: Eia, façamos tijolos e queimemo-los bem. E foi-lhes
o tijolo por pedra, e o betume por cal.
11:4
E disseram: Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos
céus, e façamos-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de
toda a terra.
"Edifiquemos uma
cidade" trata-se de menção a uma ciência (ramo da árvore do conhecimento)
que em nossa opinião trata-se da Engenharia e seus diversos ramos juntamente
com a expressão "torre cujo cume toque nos céus". Hoje em dia a mesma
ciência que constrói cidades "arte de construir casas" e levam
satélites para "o cume do céu" é justamente a Engenharia em seus
diversos ramos, que se utiliza da matemática como ferramenta principal.
Matemática: ferramenta científica das Engenharias
Podemos entender em uma
interpretação sistemática que as engenharias (através da matemática) serão as
responsáveis por levar o homem mais longe nas descobertas científicas, mas que
será fonte de uma discórdia futura entre os homens, se conjugada com a passagem
anterior de que se o homem avançar nos frutos da árvore do conhecimento
(ciência e tecnologia) e da árvore da vida (DNA-genes) através dessa ciência
citada indiretamente (engenharia/edifica cidades e leva torres ao cume dos
céus) o homem estará a um passo de destruir a própria terra com a espada (arma)
flamejante (de fogo) que se revolvia (átomo).
Portanto podemos entender que
seriam a engenharia genética (arvore da vida) e a engenharia nuclear (que se
revolvia) os ramos da árvore do conhecimento do bem e mal (ciência) que irá um
dia levar o homem (humanidade) a uma grande discórdia, o que de fato já está
acontecendo.
Símbolos da engenharia e produtos/frutos da engenharia
genética (transgênicos) e engenharia nuclear (armas atômicas). (árvore da
vida/código genético e átomos (que se revolviam) que constrói de casas a satélites, "arte de construir casas que levam torres ao cume dos céus".
11:5 Então desceu o SENHOR para
ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam;
11:6 E o SENHOR disse: Eis que o
povo é um, e todos têm uma mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e
agora, não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer.
Este trecho "não haverá
restrição para tudo o que eles intentarem fazer" quer dizer que Deus
deixará(ia) por um tempo o homem (humanidade) avançar as ciências de uma forma a
não interferir, mas já tinha avisado que se o homem através das engenharias
(genética e atômica chegassem perto do DNA (árvore da vida) e da espada
flamejante (armas atômicas) iria intervir de alguma forma.
11:7
Eia, desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a língua
do outro.
A parte "desçamos"
mostra que Deus neste momento iria interferir de alguma forma contundente no
sentido de confundir as pessoas na Terra, ou que fazia parte do plano divino
que isso acontecesse. Podemos entender que as diferenças existentes entre os
costumes, línguas, características físicas entre outras diferenças entre a
humanidade, fazem parte do plano divino, pois é necessária para a sociedade a
diferença de opiniões, dons e gostos. Nas ciências, por exemplo, cada pessoa
segue a profissão que possui mais aptidão e para a construção da sociedade é
necessária à diversidade de gostos e pessoas. Por exemplo, uns gostam de
medicina outros de engenharia. Isto demonstra que Deus é a favor do respeito às
diferenças e que as diferenças não fazem a humanidade perder seu valor, pelo
contrário é necessária para a evolução da sociedade tanto espiritualmente como
materialmente.
Alfabetos hebraico, ocidental e árabe.
11:8
Assim o SENHOR os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram de
edificar a cidade.
Essa passagem da Torá também é
simbólica no sentido que depois da repreensão de Deus os homens (humanidade) cessariam
de edificar a cidade. Neste caso podemos entender que o uso da Engenharia seria
utilizado para o bem assim como o uso responsável das engenharias atômica e
genética em uma interpretação sistemática (juntando-se várias partes). Embora
esteja no passado "cessaram" podemos entender como algo que ainda
poderia acontecer pelos motivos já explicados anteriormente no começo da
interpretação. "E cessaram de edificar a cidade" pode significar
também que o mundo inteiro se tornaria uma grande cidade. De fato atualmente a
população mundial vivendo em cidades ultrapassou a população mundial vivendo no
campo e em várias regiões do mundo o índice de populações vivendo em cidades
ultrapassa os 80%. Portanto em uma interpretação simbólica deste trecho "e
cessaram de edificar a cidade" pode significar um tempo em que a
humanidade estaria perto de construir suas cidades e o mundo inteiro seria como
uma imensa torre.
Torre de Babel: Símbolo (representação) das diferenças do cotidiano humano
nas cidades humanas.
11:9
Por isso se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o SENHOR a língua
de toda a terra, e dali os espalhou o SENHOR sobre a face de toda a terra.
Babel, portanto representa dentro
do contexto e uma interpretação sistemática da Torá (primeiro testamento do
Deus de Abraão) o avanço das ciências em especial a engenharia (arte de
construir casas e levar torres ao cume do céu) ao ponto de chegar o homem
(humanidade) próximo da árvore da vida e da espada flamejante que se revolvia
que chegará ao ponto de confundir os homens. De fato os países que possuem
armas atômicas através do avanço de suas ciências (engenharia nuclear) possuem
um tremendo poder sobre as outras. Se a engenharia genética conseguir também
alterar o DNA humano para que pessoas vivam muitos anos, essa diferença
desproporcional de vida de alguns em relação a outros seria algo desagradável
aos olhos de Deus.
Isto também não quer dizer que se
deva parar o avanços dessas ciências, mas que a humanidade tenha a sabedoria
necessária em utilizá-las e caso isso não aconteça à destruição será
inevitável, não por ira de Deus, mas por ignorância da própria humanidade.
Podemos numa interpretação extensiva entender que a matemática e física que são
muito utilizadas nas engenharias seriam as ciências responsáveis por detrás de
todas essas evoluções. Babel também representa sem prejuízo da interpretação
anterior a bagunça do dia a dia, ou seja, as pessoas, famílias, empresas,
religiões e países e todas as demais organizações perseguindo os próprios
interesses gerando uma sensação de caos aparente na sociedade, e também as
diferenças entre as diversas religiões em especial as existentes entre o
judaísmo, cristianismo e islamismo. Babel pode ainda representar toda uma longa
era em que a humanidade em que o bem, união, paz e o respeito à vida não
predominarem da Terra estando portanto contra os planos divinos (Terra-Éden).
Símbolo da Engenharia a "arte de construir casas"
que "levanta torres ao cume do céu" desde imóveis, satélites a
alterações nos átomos e DNA de todas as formas de vida a armas nucleares.
A seguir são meras descrições de
descendentes.
11:10
Estas são as gerações de Sem: Sem era da idade de cem anos e gerou a Arfaxade,
dois anos depois do dilúvio.
11:11
E viveu Sem, depois que gerou a Arfaxade, quinhentos anos, e gerou filhos e
filhas.
11:12
E viveu Arfaxade trinta e cinco anos, e gerou a Selá.
11:13
E viveu Arfaxade depois que gerou a Selá, quatrocentos e três anos, e gerou
filhos e filhas.
11:14
E viveu Selá trinta anos, e gerou a Éber;
11:15
E viveu Selá, depois que gerou a Éber, quatrocentos e três anos, e gerou filhos
e filhas.
11:16
E viveu Éber trinta e quatro anos, e gerou a Pelegue.
11:17
E viveu Éber, depois que gerou a Pelegue, quatrocentos e trinta anos, e gerou
filhos e filhas.
11:18
E viveu Pelegue trinta anos, e gerou a Reú.
11:19
E viveu Pelegue, depois que gerou a Reú, duzentos e nove anos, e gerou filhos e
filhas.
11:20
E viveu Reú trinta e dois anos, e gerou a Serugue.
11:21
E viveu Reú, depois que gerou a Serugue, duzentos e sete anos, e gerou filhos e
filhas.
11:22
E viveu Serugue trinta anos, e gerou a Naor.
11:23
E viveu Serugue, depois que gerou a Naor, duzentos anos, e gerou filhos e
filhas.
11:24
E viveu Naor vinte e nove anos, e gerou a Terá.
11:25
E viveu Naor, depois que gerou a Terá, cento e dezenove anos, e gerou filhos e
filhas.
11:26
E viveu Terá setenta anos, e gerou a Abrão, a Naor, e a Harã.
11:27
E estas são as gerações de Terá: Terá gerou a Abrão, a Naor, e a Harã; e Harã
gerou a Ló.
11:28
E morreu Harã estando seu pai Terá ainda vivo, na terra do seu nascimento, em
Ur dos caldeus.
11:29
E tomaram Abrão e Naor mulheres para si: o nome da mulher de Abrão era Sarai, e
o nome da mulher de Naor era Milca, filha de Harã, pai de Milca e pai de Iscá.
11:30
E Sarai foi estéril, não tinha filhos.
11:31
E tomou Terá a Abrão seu filho, e a Ló, filho de Harã, filho de seu filho, e a
Sarai sua nora, mulher de seu filho Abrão, e saiu com eles de Ur dos caldeus,
para ir à terra de Canaã; e vieram até Harã, e habitaram ali.
11:32
E foram os dias de Terá duzentos e cinco anos, e morreu Terá em Harã.

















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