Capa A Chave de Davi

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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Gênesis 11 a 11:32


11:1 E ERA toda a terra de uma mesma língua e de uma mesma fala.

Isto mostra que no começo dos tempos todos eram muito parecidos, mas foram se diferenciando e distinguindo, não só em relação às línguas, mas as características físicas (orientais, negros, brancos, etc...) foram se dividindo também o que demonstra que somos todos irmãos e quanto mais evoluída (sabedoria) a pessoa for (tiver) mais verá igualdade entre os diferentes e vice versa. Essa história simboliza que devemos respeitar as diferenças existentes (nações, línguas, raças, origem, sexo e opção sexual) por que por mais bizarras as posições dos que são diferentes de nós, para eles fazem sentido. O direito da personalidade da pessoa esgota-se na própria pessoa, desde que não afetem a outros pertencem a ela mesma. Por exemplo, se eu desejo seguir uma religião, a minha opção se esgota neste instante, o direito já foi satisfeito. Escolher qual religião ou qualquer outra coisa como a profissão a seguir, por exemplo, é uma opção estritamente pessoal. Forçar outras pessoas a ter o nosso próprio ponto de vista trata-se de uma força, uma coação e, portanto um mal. Deus nos deu livre arbítrio para as pessoas e o preza muito, pois quer que as pessoas escolham livremente amá-lo e segui-lo ou não e da forma que quiserem, pois Deus preza a verdade e não a hipocrisia, Deus quer saber de que lado estamos e quer que o façamos voluntariamente. As diferenças que para o homem são tão difíceis de serem administradas, para Deus constitui uma riqueza.





Diferenças de características físicas humanas, símbolos de diferentes profissões e diversas culinárias.

11:2 E aconteceu que, partindo eles do oriente, acharam um vale na terra de Sinar; e habitaram ali.
11:3 E disseram uns aos outros: Eia, façamos tijolos e queimemo-los bem. E foi-lhes o tijolo por pedra, e o betume por cal.
11:4 E disseram: Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus, e façamos-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra.

"Edifiquemos uma cidade" trata-se de menção a uma ciência (ramo da árvore do conhecimento) que em nossa opinião trata-se da Engenharia e seus diversos ramos juntamente com a expressão "torre cujo cume toque nos céus". Hoje em dia a mesma ciência que constrói cidades "arte de construir casas" e levam satélites para "o cume do céu" é justamente a Engenharia em seus diversos ramos, que se utiliza da matemática como ferramenta principal.

Matemática: ferramenta científica das Engenharias

Podemos entender em uma interpretação sistemática que as engenharias (através da matemática) serão as responsáveis por levar o homem mais longe nas descobertas científicas, mas que será fonte de uma discórdia futura entre os homens, se conjugada com a passagem anterior de que se o homem avançar nos frutos da árvore do conhecimento (ciência e tecnologia) e da árvore da vida (DNA-genes) através dessa ciência citada indiretamente (engenharia/edifica cidades e leva torres ao cume dos céus) o homem estará a um passo de destruir a própria terra com a espada (arma) flamejante (de fogo) que se revolvia (átomo).

Portanto podemos entender que seriam a engenharia genética (arvore da vida) e a engenharia nuclear (que se revolvia) os ramos da árvore do conhecimento do bem e mal (ciência) que irá um dia levar o homem (humanidade) a uma grande discórdia, o que de fato já está acontecendo.








Símbolos da engenharia e produtos/frutos da engenharia genética (transgênicos) e engenharia nuclear (armas atômicas). (árvore da vida/código genético e átomos (que se revolviam) que constrói de casas a satélites, "arte de construir casas que levam torres ao cume dos céus".

11:5 Então desceu o SENHOR para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam;
11:6 E o SENHOR disse: Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e agora, não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer.

Este trecho "não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer" quer dizer que Deus deixará(ia) por um tempo o homem (humanidade) avançar as ciências de uma forma a não interferir, mas já tinha avisado que se o homem através das engenharias (genética e atômica chegassem perto do DNA (árvore da vida) e da espada flamejante (armas atômicas) iria intervir de alguma forma.

11:7 Eia, desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a língua do outro.

A parte "desçamos" mostra que Deus neste momento iria interferir de alguma forma contundente no sentido de confundir as pessoas na Terra, ou que fazia parte do plano divino que isso acontecesse. Podemos entender que as diferenças existentes entre os costumes, línguas, características físicas entre outras diferenças entre a humanidade, fazem parte do plano divino, pois é necessária para a sociedade a diferença de opiniões, dons e gostos. Nas ciências, por exemplo, cada pessoa segue a profissão que possui mais aptidão e para a construção da sociedade é necessária à diversidade de gostos e pessoas. Por exemplo, uns gostam de medicina outros de engenharia. Isto demonstra que Deus é a favor do respeito às diferenças e que as diferenças não fazem a humanidade perder seu valor, pelo contrário é necessária para a evolução da sociedade tanto espiritualmente como materialmente.




Alfabetos hebraico, ocidental e árabe.

11:8 Assim o SENHOR os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram de edificar a cidade.

Essa passagem da Torá também é simbólica no sentido que depois da repreensão de Deus os homens (humanidade) cessariam de edificar a cidade. Neste caso podemos entender que o uso da Engenharia seria utilizado para o bem assim como o uso responsável das engenharias atômica e genética em uma interpretação sistemática (juntando-se várias partes). Embora esteja no passado "cessaram" podemos entender como algo que ainda poderia acontecer pelos motivos já explicados anteriormente no começo da interpretação. "E cessaram de edificar a cidade" pode significar também que o mundo inteiro se tornaria uma grande cidade. De fato atualmente a população mundial vivendo em cidades ultrapassou a população mundial vivendo no campo e em várias regiões do mundo o índice de populações vivendo em cidades ultrapassa os 80%. Portanto em uma interpretação simbólica deste trecho "e cessaram de edificar a cidade" pode significar um tempo em que a humanidade estaria perto de construir suas cidades e o mundo inteiro seria como uma imensa torre.






Torre de Babel: Símbolo (representação) das diferenças do cotidiano humano nas cidades humanas.

11:9 Por isso se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o SENHOR a língua de toda a terra, e dali os espalhou o SENHOR sobre a face de toda a terra.

Babel, portanto representa dentro do contexto e uma interpretação sistemática da Torá (primeiro testamento do Deus de Abraão) o avanço das ciências em especial a engenharia (arte de construir casas e levar torres ao cume do céu) ao ponto de chegar o homem (humanidade) próximo da árvore da vida e da espada flamejante que se revolvia que chegará ao ponto de confundir os homens. De fato os países que possuem armas atômicas através do avanço de suas ciências (engenharia nuclear) possuem um tremendo poder sobre as outras. Se a engenharia genética conseguir também alterar o DNA humano para que pessoas vivam muitos anos, essa diferença desproporcional de vida de alguns em relação a outros seria algo desagradável aos olhos de Deus.

Isto também não quer dizer que se deva parar o avanços dessas ciências, mas que a humanidade tenha a sabedoria necessária em utilizá-las e caso isso não aconteça à destruição será inevitável, não por ira de Deus, mas por ignorância da própria humanidade. Podemos numa interpretação extensiva entender que a matemática e física que são muito utilizadas nas engenharias seriam as ciências responsáveis por detrás de todas essas evoluções. Babel também representa sem prejuízo da interpretação anterior a bagunça do dia a dia, ou seja, as pessoas, famílias, empresas, religiões e países e todas as demais organizações perseguindo os próprios interesses gerando uma sensação de caos aparente na sociedade, e também as diferenças entre as diversas religiões em especial as existentes entre o judaísmo, cristianismo e islamismo. Babel pode ainda representar toda uma longa era em que a humanidade em que o bem, união, paz e o respeito à vida não predominarem da Terra estando portanto contra os planos divinos (Terra-Éden).









Símbolo da Engenharia a "arte de construir casas" que "levanta torres ao cume do céu" desde imóveis, satélites a alterações nos átomos e DNA de todas as formas de vida a armas nucleares.

A seguir são meras descrições de descendentes.

11:10 Estas são as gerações de Sem: Sem era da idade de cem anos e gerou a Arfaxade, dois anos depois do dilúvio.
11:11 E viveu Sem, depois que gerou a Arfaxade, quinhentos anos, e gerou filhos e filhas.
11:12 E viveu Arfaxade trinta e cinco anos, e gerou a Selá.
11:13 E viveu Arfaxade depois que gerou a Selá, quatrocentos e três anos, e gerou filhos e filhas.
11:14 E viveu Selá trinta anos, e gerou a Éber;
11:15 E viveu Selá, depois que gerou a Éber, quatrocentos e três anos, e gerou filhos e filhas.
11:16 E viveu Éber trinta e quatro anos, e gerou a Pelegue.
11:17 E viveu Éber, depois que gerou a Pelegue, quatrocentos e trinta anos, e gerou filhos e filhas.
11:18 E viveu Pelegue trinta anos, e gerou a Reú.
11:19 E viveu Pelegue, depois que gerou a Reú, duzentos e nove anos, e gerou filhos e filhas.
11:20 E viveu Reú trinta e dois anos, e gerou a Serugue.
11:21 E viveu Reú, depois que gerou a Serugue, duzentos e sete anos, e gerou filhos e filhas.
11:22 E viveu Serugue trinta anos, e gerou a Naor.
11:23 E viveu Serugue, depois que gerou a Naor, duzentos anos, e gerou filhos e filhas.
11:24 E viveu Naor vinte e nove anos, e gerou a Terá.
11:25 E viveu Naor, depois que gerou a Terá, cento e dezenove anos, e gerou filhos e filhas.
11:26 E viveu Terá setenta anos, e gerou a Abrão, a Naor, e a Harã.
11:27 E estas são as gerações de Terá: Terá gerou a Abrão, a Naor, e a Harã; e Harã gerou a Ló.
11:28 E morreu Harã estando seu pai Terá ainda vivo, na terra do seu nascimento, em Ur dos caldeus.
11:29 E tomaram Abrão e Naor mulheres para si: o nome da mulher de Abrão era Sarai, e o nome da mulher de Naor era Milca, filha de Harã, pai de Milca e pai de Iscá.
11:30 E Sarai foi estéril, não tinha filhos.
11:31 E tomou Terá a Abrão seu filho, e a Ló, filho de Harã, filho de seu filho, e a Sarai sua nora, mulher de seu filho Abrão, e saiu com eles de Ur dos caldeus, para ir à terra de Canaã; e vieram até Harã, e habitaram ali.
11:32 E foram os dias de Terá duzentos e cinco anos, e morreu Terá em Harã.

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