Capa A Chave de Davi

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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Gênesis 4 a 4:24


4:1 E CONHECEU Adão a Eva, sua mulher, e ela concebeu e deu à luz a Caim, e disse: Alcancei do SENHOR um homem.
4:2 E deu à luz mais a seu irmão Abel; e Abel foi pastor de ovelhas, e Caim foi lavrador da terra.

Abel e Caim podem representar simbolicamente as diferenças presentes nos homens e mulheres. Deus ao criar o plano perfeito para o homem (ADÃO) e para a mulher (EVA) percebeu mais a frente que os homens se distinguiam e que eram diferentes em vários aspectos. Assim o relato de Abel e Caim demonstra as diferenças existentes entre os homens e mulheres e que pode ser causa de conflitos entre as pessoas, famílias, religiões, empresas, nações e todas as organizações sociais que possuem pessoas. Desta forma Deus de Abraão nos incita a respeitar as diferenças e por mais que pareçamos distantes na prática somos todos irmãos e filhos do mesmo Deus de Abraão. O fato de mostrar as profissões deles "pastor de ovelhas" e "lavrador da terra" demonstra que Deus dotou o homem e mulher de diferenças mesmo e que isso seria benéfico para a sociedade, pois das diferenças de gostos e dons a sociedade humana estaria mais diversificada e preparada para servir aos propósitos de Deus que é o de evoluir a própria Terra através do trabalho. Portanto as diferenças entre os homens devem servir para ajudar a humanidade e não para levá-la a própria destruição segundo os planos divinos.



Abel e Caim representam as todas diferenças entre as pessoas (físicas, espirituais, mentais, intelectuais, materiais, dons, gostos, aptidões, religiões, profissionais, psicológicas, genéticas, etc...)

4:3 E aconteceu ao cabo de dias que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao SENHOR.
4:4 E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura; e atentou o SENHOR para Abel e para a sua oferta.
4:5 Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante.

Aqui Deus de Abraão ressalta novamente que haverá muitas diferenças entre as pessoas e por analogia a todas as organizações humanas. Essa passagem mostra que aceitar diferenças é uma qualidade do bem e a intolerância o fruto do impulso para o mal. Todos aqueles que trabalham para gerar mais discórdia entre as pessoas ao invés de trazer entendimento, trabalha para o mal seja quem for (religioso ou não). Toda vez que cedemos à tentação da serpente (impulso para o mal) trabalhamos para o anjo das trevas (mesmo sem saber, ou seja, de forma inconsciente). Deus pelo que podemos interpretar até aqui é a favor da vida, responsabilidade, trabalho e união. Já a serpente (impulso para o mal) é a favor da morte, irresponsabilidade, falta de trabalho e discórdia.

4:6 E o SENHOR disse a Caim: Por que te iraste? E por que descaiu o teu semblante?
4:7 Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar.

Esse trecho reforça essa interpretação "o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar". Ou seja, o homem e mulher realmente possuem o impulso para o mal dentro de si (simbolizado pela serpente), e muitas das vezes o nosso desejo será mesmo o de cometer o mal. Não devemos discordar da sabedoria de Deus, se o homem e mulher são dotados de um impulso para o mal é porque ele é útil para nossa própria preservação e sobrevivência.

Podemos entender por consequência que se há desejo, há também prazer, portanto o mal também seria uma fonte de prazer para o homem ou mulher, daí a força do mal: o mal seria uma fonte de desejo inerente à natureza do próprio homem e mulher. Só que no final está dito "mas sobre ele deves dominar". Isto quer dizer que Deus sabe que o homem e mulher possuem o impulso para o mal e o desejo é muito forte, mas que o Deus de Abraão também deu ao homem e mulher uma inteligência capaz de superar esse impulso. Por consequência Deus mostra que não aceita desculpas para quem pratica o mal, pois o impulso para o mal está presente em todos os homens e mulheres, mas é nosso dever dominar essa vontade, daí decorre que o bem é sempre resultado de um esforço sendo o mal muita das vezes a via mais fácil (nem sempre é mais na maior parte das vezes). Portanto aqueles que querem seguir o caminho do bem devem resistir ao mal (interno e externo) e aqueles que querem seguir o caminho do mal não devem resistir ao mal (interno e externo).

 

Eterno enfrentamento das forças do bem e mal (interno e externo). Símbolos do bem e mal (pentagrama: normal (ponta para cima) representa o espírito (virtudes, alma, etc...) acima da matéria). Já o invertido (ponta para baixo) representa a matéria em sacrifício (acima) dos bens espirituais.

Mas essa interpretação deve ser equilibrada. Nem sempre a matéria acima do espírito quer dizer algo do mal. Por exemplo, quando o homem trabalha para ter renda ele coloca a matéria (corpo) acima do espiritual (vontades) às vezes, mas isso não quer dizer algo do mal, assim como quando alguém cuida do seu corpo físico, por exemplo, fazendo musculação em uma academia. Entendemos que somente em certas circunstâncias a matéria acima dos valores espirituais é realmente do mal e nocivas.

É mais fácil, por exemplo, criar discórdia do que trazer a paz, começar uma briga do que terminar, terminar uma amizade do que começar entre muitos outros exemplos. Podemos entender também que os descendentes e seguidores do Deus de Abraão (judeus, cristãos e islâmicos) por mais divididos pela distância e ramificações das denominações religiosas terão o impulso de se autodestruírem, mas é dever de todo judeu, cristão e islâmico de bem dominar esse desejo simbolizados por Caim e Abel.

E não só entre eles, mas também ter respeito para os seguidores de outras religiões, e até mesmo os sem religião. Sabemos que é complicado e muita das vezes os judeus, cristãos e islâmicos se enfrentaram muitas vezes na história em guerras intermináveis, sucumbindo a tentação para o mal. Ocorre que na própria Torá (primeira escritura do Deus de Abraão) Deus já avisa que o impulso para o mal é forte mesmo e será uma fonte contínua de discórdia, mas, é dever do homem e mulher de bem (filhos da luz: Judeus, Cristãos e Islâmicos entre outros) dominar esse impulso e que não há desculpa para isso, pois há pessoas do bem que conseguem e portanto é questão de esforço de cada um.

Deus não dá tarefas impossíveis à humanidade por mais difíceis que pareçam à primeira vista. Do contrário pergunto, para que Deus enviaria Moisés, Jesus e Maomé (seus mensageiros da Luz) para um desfazer o que o outro fez? Obviamente que não. Deus sempre enviará mensageiros para humanidade assim que entender necessário. Assim como Moisés, Jesus e Maomé foram os maiores mensageiros da Luz (verdades divinas) que a humanidade já presenciou toda vez que Deus sentir que a humanidade precisa de proteção, esclarecimento e sabedoria os enviará. Do contrário seria admitir que Deus nos abandonou, o que não é verdade também. Todos nós podemos atender ao chamado de Deus na medida de nossas capacidades e forças. Mas os profetas como Moisés, Jesus e Maomé para o Deus de Abraão estes foram únicos.

É óbvio que nem todos serão como os grandes profetas Moisés, Jesus e Maomé que são líderes espirituais da mais alta estirpe, mas todos podem ajudar na medida de suas forças e possibilidades a cumprir o plano de Deus de Abraão do estágio em que já se encontrem para que o homem seja o mais parecido com o ADÃO (homem perfeito) e a mulher mais parecida com EVA (mulher perfeita) e a Terra com o Éden (nome divino da Terra divina que é a mesma só que no futuro) se esta for à vontade da pessoa.

Portanto não podemos converter ninguém à força nem obrigar que as religiões se juntem ou se separem. A pessoa tem livre arbítrio para seguir o que melhor se encaixa com seu perfil, as condições culturais, dependendo o país onde ela se encontra e da qual sentir mais afinidade.

Livre arbítrio entre o bem e mal

Portanto é desnecessário um islâmico tentar converter um cristão, ou um cristão um judeu, porque fere o livre arbítrio e Deus abomina o desrespeito ao livre arbítrio. Não se podem forçar as pessoas a amar a Deus. Mesmo aqueles que estão sem religião (ateus e agnósticos) devem ser respeitados, já que às vezes para enxergar a luz é necessário se distanciar dela e Deus não faz distinção de qual é a melhor religião.

Acreditamos que há várias religiões justamente porque Deus sabendo das diferenças entre os homens criou diversos caminhos para que nós fossemos até Ele. Deve-se respeitar até as outras religiões não abraâmicas, dos índios e tribos africanas, por exemplo, entre outras, pois são todas manifestações divinas que mais se amoldam aos povos e à sua evolução social.

Entendemos que Deus manda a mensagem (Luz) para cada sociedade da forma que entende ser a melhor forma para que a própria sociedade a entenda. Por exemplo, enviou Moisés para o povo judeu, Jesus para os cristãos e Maomé para os Islâmicos entre outros líderes religiosos. Mesmo dentro das três religiões abraâmicas vemos subdivisões e isto é bom que aconteça, pois se vermos pela ótica divina a mensagem de Deus é enviada como o máximo de carinho pelo líder religioso que mais possui afinidade com aquele que recebe a mensagem, por isso vemos a diversidade religiosa não como algo do mal, pelo contrário é resultado do amor que Deus sente por cada um de nós criando milhares de caminhos diferentes para que possamos chegar até Ele. Quanto mais caminhos houver para se chegar até Deus melhor, isto quer dizer que não devemos destruir os caminhos que levam a Deus, quanto mais caminhos mais abrangente a comunicação de Deus com seus seguidores. 

Religiões: Diversos caminhos de Luz Divina (espiritual ou imaterial

Deus desta maneira dotou o homem de livre arbítrio, e ele deseja que nós o sigamos por amor e liberdade e não por força. Desta forma podemos ou não atender ao chamado, pois temos o livre arbítrio para justamente escolher entre seguir o bem e o mal. Além da escolha há também a questão da força. Há os que irão conseguir ou não seguir o caminho que escolheram dependendo de suas forças físicas, mentais e espirituais de cada um e a liberdade (livre arbítrio) de cada pessoa.

4:8 E falou Caim com o seu irmão Abel; e sucedeu que, estando eles no campo, se levantou Caim contra o seu irmão Abel, e o matou.

A morte de Caim contra Abel representa simbolicamente todos àqueles que sucumbem à tentação para o mal. E isto não se restringe ao assassinato, guerras religiosas e todos os tipos de crimes, mas a todas as discórdias que existem e nos fazem literalmente perder a cabeça seja no dia a dia ou ao extremo às guerras entre países por falta de diálogo ou intolerância além de outros motivos.

4:9 E disse o SENHOR a Caim: Onde está Abel, teu irmão? E ele disse: Não sei; sou eu guardador do meu irmão?

  

Deus criou vários caminhos e ramificações religiosas (espirituais) para chegarmos até Ele da melhor maneira como prova de seu amor incondicional.

4:12 Quando lavrares a terra, não te dará mais a sua força; fugitivo e vagabundo serás na terra.
4:13 Então disse Caim ao SENHOR: É maior a minha maldade que a que possa ser perdoada.
4:14 Eis que hoje me lanças da face da terra, e da tua face me esconderei; e serei fugitivo e vagabundo na terra, e será que todo aquele que me achar, me matará.
4:15 O SENHOR, porém, disse-lhe: Portanto qualquer que matar a Caim, sete vezes será castigado. E pôs o SENHOR um sinal em Caim, para que o não ferisse qualquer que o achasse.

Aqui está uma passagem importante de Deus de Abraão. Mesmo Abel tendo matado Caim, Deus disse que iria por um sinal em Caim para que ninguém faça justiça com as próprias mãos. Esta passagem é um aviso para a sociedade em nossa opinião e também tem um sentido espiritual, para termos misericórdia de todos aqueles que caem em tentação para fazer o mal. Seria um sinal de Deus para que diante de uma agressão injusta o homem e mulher ponderassem primeiro (se der tempo) se aquilo deve ser prontamente respondido ou não (ameaça) e também que os que cometem o mal e todos os tipos de crimes devem ser julgados pela sociedade (tribunais de justiça da sociedade humana) e não serem linchados, por exemplo, por multidões enfurecidas.

Entendemos essa passagem que demonstra que os homens e mulheres seguidores da Luz (judeus, cristãos e islâmicos) e também de outras religiões não devem seguir a multidões enfurecidas. Pois como Deus sabe que todo homem e mulher carrega o impulso para o mal, multidões enfurecidas possuem um alto poder para fazer o mal. Isto não quer dizer que pessoas de bem não devem se reunir, pode ir a local com multidões, mas, para terem cuidado com manifestações impensadas, pois Deus disse que quem matar Caim "sete vezes será castigado", ou seja, o homem e mulher também serão responsáveis se seguirem multidões, linchamentos, entre outras coisas que podem ocorrer desta natureza. Por lógica todo aquele que incita em público (na rua, meios de comunicação, internet, etc...) o cometimento de crimes ou intolerância, guerras entre outras coisas será "sete vezes castigado" por Deus. Não se sabe a natureza do castigo, mas será algo severo por parte de Deus já que o número 7 simboliza algo de natureza numerosa. Isto demonstra que Deus continua amando inclusive aqueles que vão pelo caminho do mal ou que sucumbem ao mal.

  
Justiça (Direito e Leis Humanas). Deus é contra a vingança e quer que as pessoas sejam julgadas pelas cortes de justiça humanas das nações e internacionais.

4:16 E saiu Caim de diante da face do SENHOR, e habitou na terra de Node, do lado oriental do Éden.

Este trecho "habitou na terra de Node, do lado oriental do Éden", demonstra e reforça a tese de que o Éden seria parte da própria Terra material. A seguir aparecem os descendentes. A interpretação literal poderia causar certa confusão neste trecho em diante. A descrição a seguir dos descendentes pode levar a interpretação que Adão e Eva seriam realmente o primeiro homem e mulher. Mas como as próprias escrituras dizem com o avanço da tecnologia (fruto da árvore do conhecimento) o homem deixaria de ficar "nu", ou seja, de ser ingênuo. Por isso com as recentes descobertas científicas resultantes das ramificações da árvore do conhecimento, acreditamos que o próprio Deus previu que deixaríamos de ser ingênuos cada vez mais e nossas interpretações iriam evoluir cada vez mais.

Por isso em tempos remotos não faria mal algum acreditar mesmo que "ADÃO" e "EVA" seriam literalmente o primeiro homem e mulher. Não devemos deixar nossa inteligência de lado e nem a ciência na interpretação das escrituras (Torá, Bíblia e Alcorão entre outras), pois Deus nos conhece e sabe que somos inteligentes, assim como o mal que não acomete só as pessoas com pouca inteligência, mas também os sábios e instruídos.

4:18 E a Enoque nasceu Irade, e Irade gerou a Meujael, e Meujael gerou a Metusael e Metusael gerou a Lameque.
4:19 E tomou Lameque para si duas mulheres; o nome de uma era Ada, e o nome da outra, Zilá.
4:20 E Ada deu à luz a Jabal; este foi o pai dos que habitam em tendas e têm gado.
4:21 E o nome do seu irmão era Jubal; este foi o pai de todos os que tocam harpa e órgão.
4:22 E Zilá também deu à luz a Tubalcaim, mestre de toda a obra de cobre e ferro; e a irmã de Tubalcaim foi Noema.
4:23 E disse Lameque a suas mulheres Ada e Zilá: Ouvi a minha voz; vós, mulheres de Lameque, escutai as minhas palavras; porque eu matei um homem por me ferir, e um jovem por me pisar.
4:24 Porque sete vezes Caim será castigado; mas Lameque setenta vezes sete.

Neste caso Lameque será castigado setenta vezes sete. Caim pode representar simbolicamente todo àquele que comete crimes comuns, aqueles que por perder a cabeça em um momento de infelicidade sucumbe ao mal. Já Lameque representa os que matam por futilidades. Neste trecho "matei um homem por me ferir, e um jovem por me pisar", demonstra que Deus de Abraão já é contra os que atentam contra a vida das pessoas por sucumbirem ao mal, já que Deus é a favor da vida e de tudo que dignifica a vida humana. Contra a vida humana e tudo que a dignifica está o anjo do mal (Satanás/Serpente/Demônio/Lúcifer) e quem interpreta as escrituras dessa maneira está trabalhando para o mal, pois o resultado que leva a maldade só pode vir do mal, nunca de Deus de Abraão que é o Deus de toda a humanidade e de todo o Universo. Isso é uma questão de lógica, pois se Deus criou o Universo não teria motivo algum o destruí-lo.

Já Lameque representam aqueles que praticam o mal por futilidade. Entendemos também aqueles que incitam guerras religiosas e a morte de pessoas inocentes. Se Caim será castigado 7 vezes por Deus, aquele que matar por futilidade, por exemplo utilizando ainda o nome de Deus será castigado setenta vezes sete, ou seja, 490 vezes. Quem comete um crime fútil (esportes, etc...) ou por motivos religiosos, ou ainda mata utilizando o nome de Deus é quase 500 vezes pior do que aquele que sucumbe ao mal como Caim (exemplo de criminosos e de todas as desavenças humanas por intolerância, ciúmes ou inveja).

Já podemos analisar que, por ser mais reprovável ainda por parte de Deus que a tentação pelas forças do mal é maior ainda, pois quanto mais o ser humano é humilhado mais feliz fica o anjo do mal (Satanás/Serpente/Demônio/Lúcifer), que considera a vida um absurdo de Deus, e prega a destruição da vida em todo o Universo por não concordar com a criação divina e a entender como uma coisa desnecessária. O mal entende que Deus criou as pessoas e animais somente para sofrerem e por isso se revoltam contra todos. Se Deus possui um amor genuíno por nós o mal possui um ódio natural também por tudo que é vivo.

4:25 E tornou Adão a conhecer a sua mulher; e ela deu à luz um filho, e chamou o seu nome Sete; porque, disse ela, Deus me deu outro filho em lugar de Abel; porquanto Caim o matou.
4:26 E a Sete também nasceu um filho; e chamou o seu nome Enos; então se começou a invocar o nome do SENHOR.

Esta passagem "então se começou a invocar o nome do Senhor" em nossa concepção refere-se ao castigo ainda de Lameque, pois está dentro do mesmo contexto. Portanto aquele que sucumbe ao mal (serpente) utilizando ou invocando o nome de Deus será castigado 490 (quatrocentos e noventa vezes) por Deus. Lameque representa, portanto todos aqueles que sucumbem ao próprio mal e utilizam e invocam o nome de Deus para criar discórdia entre a humanidade e guerras religiosas.

     

Guerras religiosas (Lameque): cruzadas: cristãos x islâmicos, inquisição: cristãos vs judeus, nazismo: cristãos vs judeus, atentados terroristas: islâmicos vs judeus e cristãos, entre outras.

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