15:1
DEPOIS destas coisas veio a palavra do SENHOR a Abrão em visão, dizendo: Não
temas, Abrão, eu sou o teu escudo, o teu grandíssimo galardão.
Abrão e o próprio Deus serão os protetores (escudo
espiritual) de todos os soldados que lutarem a favor da paz no Éden (Terra
plano divino) e para que o bem (União, Paz, Vida entre as nações) triunfe.
15:2
Então disse Abrão: Senhor DEUS, que me hás de dar, pois ando sem filhos, e o
mordomo da minha casa é o damasceno Eliézer?
15:3
Disse mais Abrão: Eis que não me tens dado filhos, e eis que um nascido na
minha casa será o meu herdeiro.
15:4
E eis que veio a palavra do SENHOR a ele dizendo: Este não será o teu herdeiro;
mas aquele que de tuas entranhas sair, este será o teu herdeiro.
15:5
Então o levou fora, e disse: Olha agora para os céus, e conta as estrelas, se
as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua descendência.
15:6
E creu ele no SENHOR, e imputou-lhe isto por justiça.
15:7
Disse-lhe mais: Eu sou o SENHOR, que te tirei de Ur dos caldeus, para dar-te a
ti esta terra, para herdá-la.
15:8
E disse ele: Senhor DEUS, como saberei que hei de herdá-la?
Aqui Deus diz que daria a Terra
de Israel para os judeus. Mas a condição é que os judeus cuidem da Terra e permitam
que os outros filhos da Luz (cristãos, islâmicos entre outros) a visitem, mas o
direito de moradia é somente dos judeus e a quem eles permitirem. Os judeus
representam para a humanidade aqueles responsáveis por primeiro trazer a Luz de
Deus (primeiro testamento do Deus de Abraão - Torá) através do mensageiro
Moisés. Como foram um dos primeiros a trazer a luz do Deus de Abraão para o
planeta Terra, o mal e as trevas (O mal e seus líderes espirituais) ficaram
mais ressentidos com o povo judeu, pois o mal encarou a missão dos judeus como
um desafio direto as forças e planos do mal. Embora não esteja escrito
explicitamente isto, podemos concluir que, se Deus possui planos, obviamente os
planos do mal é que esses planos não se realizem.
Mapa de Israel, bandeira, e Antigo templo.
15:9
E disse-lhe: Toma-me uma bezerra de três anos, e uma cabra de três anos, e um
carneiro de três anos, uma rola e um pombinho.
15:10
E trouxe-lhe todos estes, e partiu-os pelo meio, e pôs cada parte deles em
frente da outra; mas as aves não partiu.
15:11
E as aves desciam sobre os cadáveres; Abrão, porém, as enxotava.
15:12
E pondo-se o sol, um profundo sono caiu sobre Abrão; e eis que grande espanto e
grande escuridão caiu sobre ele.
15:13
Então disse a Abrão: Sabes, de certo, que peregrina será a tua descendência em
terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos
anos,
Águia egípcia e judeus escravos no Egito.
Esta passagem simboliza que os
judeus seriam escravos no Egito (Primeiro império da Águia) e por este
sofrimento conquistariam o direito de morar em Israel na Terra do Éden
(Eternidade). Por terem passado por esse sofrimento no Império da Águia do
Egito, iriam vigiar todos os outros impérios. Os judeus escravos no Egito
simbolizam que todos os impérios da Águia e que evocarem o poder desta força,
tentarão escravizar os filhos da Luz sejam judeus, cristãos ou islâmicos (entre
outros) para satisfazer aos próprios interesses.
15:14
Mas também eu julgarei a nação, à qual ela tem de servir, e depois sairá com
grande riqueza.
Este trecho simboliza que os
judeus serão muito ricos por causa do pacto que tiveram com Deus. Em troca
teriam que guardar a Torá (primeiro testamento do Deus de Abraão) para que a
humanidade pudesse entender a vontade e os planos divinos para a Terra no
momento oportuno. Isto demonstra que a riqueza não provém só do mal, mas do bem
também.
15:15
E tu irás a teus pais em paz; em boa velhice serás sepultado.
Boa velhice serás sepultada,
significa que depois de muito sofrimento através dos tempos os judeus
retornariam a Israel e irão retornar quantas vezes forem expulsos de lá, pois
essa é a vontade de Deus, que permaneçam na Terra escolhida de Israel, pois
como veremos em momento oportuno há planos de Deus sobre esta terra que
envolverá tanto os judeus (seguidores de Moisés) quanto os cristãos (seguidores
de Jesus) e aos islâmicos (seguidores de Maomé), ou seja, os seguidores do Deus
de Abraão e será também um guia para todos os seguidores da Luz do mundo
inteiro, caso os planos de Deus se realizem. Entendemos que embora Deus seja o
criador do Universo Ele possui planos mistos, ou seja, que dependam também da
humanidade para serem alcançados. Deus nos dá uma lição, de que há planos, mas
que podem se realizar ou não dependendo do "suor do teu rosto", ou
seja, do esforço coletivo da humanidade e que este plano será extremamente
difícil.
15:16
E a quarta geração tornará para cá; porque a medida da injustiça dos amorreus
não está ainda cheia.
15:17
E sucedeu que, posto o sol, houve escuridão, e eis um forno de fumaça, e uma
tocha de fogo, que passou por aquelas metades.
15:18
Naquele mesmo dia fez o SENHOR uma aliança com Abrão, dizendo: À tua
descendência tenho dado esta terra, desde o rio do Egito até ao grande rio
Eufrates;
Aqui está uma das passagens de
que Deus daria ao povo judeu Israel como condição de uma aliança. A aliança no
caso é seguir a Torá e guardar ela para toda a humanidade, pois o Deus de Abraão
não tem planos só para os judeus, mas para toda a humanidade. Isto não quer
dizer que todos se converterão em judeus e também não significa que o Deus de
Abraão seja só dos judeus. Até porque se assim pensássemos cada país teria um
Deus próprio o que pela lógica não pode ser a interpretação mais correta. Se
cada país tivesse um Deus próprio voltaríamos a sermos politeístas (Vários
Deuses) como na antiguidade da Grécia. Respeito a todos que são de algumas
formas politeístas, mas acreditamos que o Deus de Moisés, Jesus e Maomé entre
outros é o mesmo Deus do Universo, e pelas razões já ditas anteriormente o que
difere foram os mensageiros que Deus enviou. Como Deus conhece as diferenças
entre os homens (Babel, Caim e Abel, Lameque entre outras passagens), cada
sociedade tem seus próprios costumes, línguas, raças, gostos culinários e Deus
sabe que haveria muita discórdia entre os filhos da Luz (judeus, cristãos e
islâmicos, entre outros, Babel), mas mesmo assim preferiu enviar mensageiros de
sua Luz (Moisés, Jesus e Maomé) de modo a revelar os planos de Deus para cada
povo que possuía costumes próprios por amor aos seus filhos e para que as
mensagens fossem mais bem compreendidas por cada povo (judeus, cristãos e
muçulmanos entre outros)..
Como Deus é sábio e conhece que o
homem e a humanidade vão criando diferenças de opiniões, costumes diferentes,
Ele preferiu realizar seus planos dessa forma e não devemos discordar da
sabedoria divina. Desta forma não é necessário que nenhum filho da Luz (judeu,
cristão e islâmico entre outros) converta o outro, pois cada líder espiritual
(Moisés, Jesus, Maomé entre outros) é mais bem aceito em certas regiões da
Terra. Isto não quer dizer que devemos seguir a religião predominante em nosso
país, e nem que um país deva ser hostil com os outros filhos da Luz (seguidores
de Deus) diferentes.
Torá, Bíblia e Alcorão.
(Escrituras sagradas, primeiro, segundo e terceiro testamentos do Deus de
Abraão através de Moisés, Jesus e Maomé (primeiro, segundo e último profetas do
Deus de Abraão)
As religiões respeitam o contexto
da própria Torá no sentido de que Deus conhece as diferenças entre os costumes
das famílias e países e nem por isso deixa uma parte sem a sua Luz (sabedoria).
Do contrário teríamos que admitir que as religiões fossem uma corrida para ver
qual venceria o que obviamente é um absurdo, ou que cada país tivesse um Deus
próprio, uma ideia que é muito tribal e vai contra todas as evidências lógicas.
Acreditamos que no plano divino para o planeta Terra (Jardim do Éden) haverá
várias religiões e vários caminhos para a sabedoria de Deus e o objetivo do mal
é criar a discórdia.
A vitória ou a derrota não será
uma religião dominar todo o globo, mas saberem conviver em harmonia pois quem
instila o ódio é o mal. A corrida é no sentido da união contra o mal e não de
uma religião contra a outra. Entendemos que se a humanidade não evoluir
espiritualmente ao ponto de entender isso o final será a vitória do mal
(Satanás/Serpente/Águia/Corvo), ou seja, a destruição de todo o planeta e o
fracasso de todas as religiões de uma vez só. O objetivo do mal é criar a
discórdia entre as religiões justamente para afastar as pessoas de bem delas.
Acreditamos que as forças do mal ampliam seus poderes conforme a discórdia
aumenta e que sozinhas as religiões não darão conta de sua missão se continuar
desunidas, pois o mal possui um poder imenso e talvez mesmo unidas às religiões
de todo o planeta não consigam vencer o mal, por isso nunca podemos subestimar
o poder das trevas, nem desafiá-lo e nem subestimá-lo.
15:19
E o queneu, e o quenezeu, e o cadmoneu,
15:20
E o heteu, e o perizeu, e os refains,
15:21
E o amorreu, e o cananeu, e o girgaseu, e o jebuseu.




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